Seu IP é 54.243.12.156
Na região de Ashburn - Virginia temos Céu claro (17.3℃) Umid(23%) Veloc.Vento(3.46m/s 321.5°) | Sol: nasc 07:19h e pôr 20:56h | 24/04/2014 19:07
Utilize a busca abaixo para encontrar uma empresa pelo nome, setor ou produto.
Em todo o País, Aguarde, carregando...
    Ex.: coaching, ou transporte, ou madeira, ou aço, ou o nome da empresa como: Mais Sucesso e Genoma, ou mesmo o nome do profissional como Cristiane.

Comprar imóveis financiados com juros reduzidos é uma boa opção para quem não consegue poupar


Postado em 24/04/2014

Contudo, o grande desafio é encontrar uma casa com preço abaixo do mercado. Para isso, não tenha pressa.



Agricultura confirma suspeita de caso de doença da vaca louca em Mato Grosso


Postado em 24/04/2014

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento informou hoje (24) que acionou seu sistema de defesa animal para investigar um caso de encefalopatia espongiforme bovina (EEB),  popularmente conhecida como doença da vaca louca, em Mato Grosso. A suspeita é que se trata de um caso atípico, quando a doença surge de forma esporádica e espontânea e não está relacionada à ingestão de alimentos contaminados.

De acordo nota divulgada pelo ministério, o animal sob suspeita foi criado exclusivamente com pasto e sal mineral e abatido em idade avançada. Segundo a pasta, a carne não entrou na cadeia de consumo. A doença da vaca louca é causada por uma proteína chamada príon, que pode ser transmitida a bovinos e caprinos quando alimentados com ração de farinha contendo carne e ossos de animais contaminados. Além de causar a morte dos animais, a EEB pode infectar seres humanos.

Segundo o Ministério da Agricultura, o animal infectado foi enviado para abate em 19 de março deste ano por problemas reprodutivos e sem sintomas de distúrbios neurológicos. Como na inspeção post mortem foi detectado que ele estava em decúbito (posição deitada) forçado, foram coletadas amostras para teste. Os resultados mostraram marcação priônica, indicativo de que o animal tinha a doença.

De acordo com a pasta, o próximo passo será enviar as amostras ao laboratório da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) em Weybridge, na Inglaterra, para confirmação da suspeita. O ministério informou que também iniciou um processo de investigação epidemiológica em campo.

Segundo a nota, ?todas as informações já foram repassadas à OIE, que enalteceu a transparência e a competência brasileira?. O texto informa ainda que haverá mais informações sobre o caso na próxima semana, após o resultado da análise do organismo internacional. Também após a conclusão dos exames, o Brasil deverá notificar oficialmente a OIE e os países compradores de carne sobre a presença de um animal contaminado no rebanho.

No ano passado, após a confirmação de um caso de doença da vaca louca em um animal morto em 2010 em Sertanópolis (PR), vários países suspenderam a compra da carne brasileira, embora também se tratasse de EEB atípica. A OIE não alterou a classificação de risco do Brasil para a doença, que continua insignificante.  Os países que deixaram de comprar carne foram o Japão, a China, o Peru, o Líbano, a Coreia do Sul, a Arábia Saudita, a África do Sul, Taiwan, a Jordânia e o Chile.

Editor Juliana Andrade


Embrapa completa 41 anos e inaugura maior banco genético da América Latina


Postado em 24/04/2014

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) inaugurou hoje (24) o maior banco de recursos genéticos da América Latina, no dia em que a empresa celebra 41 anos de existência. O novo prédio vai reunir as coleções de plantas, animais e microrganismos da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, em Brasília, que objetiva principalmente garantir a segurança alimentar da população.

A coleção de base faz, prioritariamente, o trabalho de conservação do material dos bancos ativos de outras unidades da empresa, nas quais é feito o trabalho de campo, que consiste em testar e pesquisar as propriedades, fazer o manejo dos recursos genéticos e multiplicar as amostras a serem enviadas para bancos internacionais, pesquisadores e empresas solicitantes.

O antigo banco genético da Embrapa possui mais de 124 mil amostras de sementes e capacidade para guardar até 250 mil. A nova estrutura triplica a capacidade, para 750 mil amostras, e coloca o Brasil entre os três países com as maiores coleções genéticas do mundo, atrás dos Estados Unidos e da China.

O presidente da Embrapa, Maurício Antônio Lopes, explica que os recursos genéticos estão na base do desenvolvimento da agricultura, e a empresa atua com pesquisas na área desde o seu início. ?O trabalho de coleta, conservação, agregação de valor e uso de recursos genéticos é que permitiu o grande salto da nossa agropecuária nos últimos 40 anos?, disse ele, e adiantou que grande parte do que cultivamos hoje tem origem externa, como a soja (da China), a cana-de-açúcar (da Índia) e o milho (do México) , e ressaltou que o trabalho da Embrapa tem sido fundamental no fortalecimento dessas culturas.

Para Lopes, é uma questão quase que de segurança nacional, ?ainda mais levando em conta os desafios que nós teremos nos próximos anos, relacionados a mudanças climáticas que vão levar a uma intensificação de estresses, como mais calor ou mais enchentes. Vamos precisar fazer um grande esforço de melhoramento dos nossos cultivos, das nossas criações animais, para conseguirmos fazer frente a esses desafios, que estão no horizonte?, disse ele.

O chefe-geral da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Mauro Carneiro, conta que, além do armazenamento, a unidade também trabalha com o melhoramento preventivo, que antecipa as pragas que podem atacar determinadas culturas. ?Sabemos que tem algumas pragas de arroz, soja e feijão que podem entrar no país a qualquer momento, imagine você o desastre que pode acontecer nessas culturas, para a economia e tudo mais. Então, já trabalhamos no melhoramento preventivo, e quando as pragas entrarem já teremos material pronto para fazer face a esses problemas?.

A nova estrutura, de 2.000 metros quadrados, custou R$ 13 milhões, grande parte viabilizados por meio de emendas parlamentares. Além das câmaras para sementes a -20 graus centígrados, o espaço possui laboratórios, câmaras de conservação de plantas in vitro, botijões de nitrogênio líquido e bancos de DNA (sigla em inglês para ácido desoxirribonucleico) para conservação de animais e microrganismos.

Carneiro dá como exemplo a recuperação, em 1995, das sementes primitivas de milho e amendoim dos índios krahôs, no Tocantins, que não se adaptaram ao cultivo do milho híbrido comercial e já não possuíam mais a variedade local. ?E, no caso dos indígenas, a agricultura está muito ligada aos seus ritos e festividades. Eles perceberam que estavam perdendo suas culturas, até que um pagé lembrou que a Embrapa pegara aquelas sementes e disse que as guardaria. Então, nós demos a ele um pouco desse material, que ele plantou, colheu e trouxe de volta mais amostras?.

Além da nova estrutura física, a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia lançou novo sistema de informação, chamado Alelo, para facilitar a consulta e intercâmbio de informações. Basta acessar o site http://alelo.cenargen.embrapa.br na internet.

Durante as comemorações de seus 41 anos, a Embrapa também lançou novo portal na internet [https://www.embrapa.br/home] e o documento Visão 2014-2034: O Futuro do Desenvolvimento Tecnológico da Agricultura Brasileira [https://www.embrapa.br/agropensa/documento-visao]. O material é fruto do Agropensa, um sistema lançado em 2013, que projeta tendências para a agropecuária e contribui para o aperfeiçoamento do sistema de pesquisa, desenvolvimento e inovação.

 

Editor Stênio Ribeiro


Decisão do STJ sobre Vale não afetará contas do governo, diz Mantega


Postado em 24/04/2014

A decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de desobrigar a mineradora Vale de pagar impostos sobre os lucros de filiais ou coligadas no exterior não afetará as contas do governo, disse hoje (24) o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo o ministro, a aprovação, na semana passada, da Medida Provisória (MP) 627, que regulamenta a tributação de multinacionais brasileiras, fará com que as empresas passem a ser cobradas pelos lucros gerados em outros países.

Para Mantega, a nova legislação impedirá que o governo arrecade menos. ?[A decisão do STJ] não vai afetar as contas públicas porque a nova legislação vai diminuir os atritos jurídicos que existiam. Hoje, as empresas não vinham pagando e recorriam ao Judiciário. Agora, vão passar a pagar dentro das novas condições estabelecidas?, disse o ministro.

A MP 627, acrescentou o ministro, obrigará as empresas a se reenquadrar e a passar a pagar tributos que vinham sendo questionados na Justiça. Além disso, ressaltou Mantega, servirá de base para futuras decisões judiciais favoráveis ao governo. Para ele, a mudança atingirá inclusive a Vale, que passará a pagar os tributos originados no exterior de agora em diante.

?O Supremo vai olhar a legislação que passou a vigorar agora e foi aprovada pelo Congresso. O resultado é que mais empresas vão pagar. É que nem o Refis [da Crise] que fizemos. Fizemos mudanças para que empresas passem a pagar. Então diminuem os contenciosos judiciais?, declarou.

Há mais de 20 anos, as multinacionais brasileiras questionam na Justiça o pagamento de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido sobre os lucros obtidos por coligadas e filiais no exterior. No ano passado, o governo federal abriu um programa de renegociação, pelo qual as multinacionais brasileiras poderiam parcelar a dívida em até 15 anos, desde que pagassem 20% à vista e desistissem das ações na Justiça.

A renegociação rendeu R$ 21,8 bilhões ao governo no fim do ano passado, dos quais cerca de R$ 6 bilhões foram pagos somente pela Vale. Essas receitas foram importantes para o setor público garantir o superávit primário (economia para pagar os juros da dívida pública) de 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) no ano passado.

Editor Juliana Andrade