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O que fazer com o dinheiro neste período difícil da economia?


Postado em 02/09/2014

Este é o momento para se corrigir exageros.



Projeto proíbe revista íntima de mulheres em locais de trabalho


Postado em 02/09/2014

Um projeto (PLC 2/2011) aprovado nesta terça-feira (2) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado determina que as empresas privadas, os órgãos públicos e as entidades da administração pública e indireta estão proibidos de adotar qualquer prática de revista íntima de suas funcionárias e de clientes do sexo feminino. O projeto ainda precisa ser votado no plenário da Casa.

?Observemos que se considera revista íntima a coerção para se despir ou qualquer ato de molestamento físico que exponha o corpo. Assim, se houver revista, esta tem de ser discreta, com urbanidade e civilidade, sem expor o empregado. Não pode ser exigido do empregado, ou do cliente, despir-se ou mostrar partes íntimas do corpo e do vestuário. Hoje, ressalte-se, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) entende que se houver revista íntima, expondo o trabalhador à situação vexatória, cabe indenização por danos morais?, diz um trecho do relatório da senadora Ana Rita (PT-ES).

Por sugestão da relatora a multa em caso de descumprimento da determinação será  equivalente a 30 salários mínimos (R$ 21.720). Além de cobrança da multa em dobro em caso de reincidência, o texto estabelece ainda que os recursos arrecadados serão destinados a órgãos de proteção dos direitos da mulher.

Editor Denise Griesinger


Obras da BR-101 no Rio revelam sítios arqueológicos e artefatos históricos


Postado em 02/09/2014

Mais de uma dezena de sítios arqueológicos e 34 pontos de ocupação histórica foram identificados ao longo da BR-101, durante as obras de duplicação da via nos municípios de Silva Jardim, Casimiro de Abreu e Rio Bonito, interior do estado do Rio de Janeiro. Dentre as descobertas estão peças do período pré-colonial, vestígios de louças, vasilhames de cerâmica e vidro. 

Segundo o arqueólogo responsável pelo trabalho, Paulo Zanettini,  o trabalho de salvamento começou no final de 2012 e terminou no fim do ano passado. A segunda etapa do projeto foi a construção de mapas culturais feitos com integrantes das comunidades locais, como parte de um programa de educação patrimonial que, segundo ele, é tão importante quanto resgatar artefatos e sítios arqueológicos.

?Discutimos nas escolas, prefeituras, ONGs [organizações não governamentais], coletivos e recolhemos com eles referências culturais que julgavam importantes. Criamos o mapa com essas referências. A igreja antiga, o lugar do antigo quilombo, uma estação ferroviária abandonada?, comentou ele. ?Esses mapas estão sendo entregues aos municípios. É uma ferramenta de diálogo, pedagógica, que incentiva os professores, moradores, cidadãos a refletirem sobre isso e, quem sabe, teremos futuras reedições do mapa com novas referências e conquistas?.

Em Rio Bonito, próximo à BR-101, foram encontrados até mesmo vestígios de pedras lascadas e conchas marinhas, que devem ter de 2 mil a 5 mil anos, e cuja tecnologia adotada é muito similar aos sambaquis da tradição Itaipu. Esses sambaquis são depósitos de concha utilizados como moradia ou santuário por povos indígenas que habitavam o litoral brasileiro. O achado é um mistério para a história dos povos indígenas dessa tradição, que tradicionalmente viviam na costa. ?Fazia parte do dia a dia deles avançarem para o interior? Houve um problema de pressão que levou esses grupos a deixar de fazer sambaquis e adentrar no interior? São questões que agora precisam ser aprofundadas?, declarou. 

O levantamento de sítios arqueológico e áreas históricas e o mapeamento cultural fazem parte dos requisitos para o licenciamento ambiental de grandes obras no país. O salvamento arqueológico está sendo custeado pela Autopista Fluminense que administra a BR-101 entre Niterói e a divisa com o Espírito Santo. Para Zanettini, a obrigação legal da arqueologia preventiva em grandes obras públicos ou privadas contribui para a democratização da história do país.

?A arqueologia permite o conhecimento dessa trajetória dos brasileiros de 50 mil anos, não apenas 500 anos. E mesmo nos últimos 500 anos, a história foi escrita pelas elites e pelo poder, que relegaram outros grupos?, comentou ele. ?Ao se debruçar sobre quilombos, comunidades tradicionais, grupos que não tiveram como registrar aspectos de sua própria trajetória, a arqueologia reintegra essas vozes cortadas propositalmente, narrativas esquecidas, à história do país?, explicou.

Editor Davi Oliveira


Crescimento da indústria aponta que economia não está parada, diz Mantega


Postado em 02/09/2014

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje (2) que ?a economia cresce, neste segundo semestre, e sem recessão?. Ele fez as declarações ao comentar Pesquisa Industrial Mensal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado mostra que a produção industrial brasileira cresceu 0,7% de junho a julho, sendo a primeira alta depois de cinco meses de queda.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anuncia medidas para facilitar o crédito imobiliário (José Cruz/Agência Brasil)

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a economia do país não está paradaJosé Cruz/Agência Brasil

?A economia não está parada. Não está em recessão. Teve problemas passageiros no primeiro semestre, mas neste segundo semestre vamos em direção a uma gradual melhoria. A produção industrial veio bem, mostrando que no segundo semestre nós temos um crescimento da atividade econômica?, disse. Mantega lembrou que o maior crescimento foi registrado em bens duráveis e também bens de capital (máquinas e equipamentos utilizados na produção). ?[resultado] Importante porque indica que neste terceiro trimestre teremos um crescimento positivo ao lado de outros indicadores?, acrescentou.

O ministro citou ainda outro indicador, o Índice de Gerentes de Compra setor industrial brasileiro (PMI, na sigla em ingês), divulgado, segundo ele, pelo Banco HSBC,  que mede o ?apetite dos gestores para comprar?. O índice, divulgado ontem (1º), chegou a 50,2 pontos em agosto, ante os 49,1 pontos em julho. Ele avalia o resultado como positivo, pois representa a intenção de aumentar as atividades.

Além desse índice, o ministro citou o desempenho das 271 maiores empresas do país, com capital aberto, que tiveram aumento na receita líquida de 11,9% na mesma comparação.

Sobre a correção da tabela do Imposto de Renda (IR), que caducou no Congresso Nacional, Mantega disse que o governo busca uma alternativa para enviar ao Parlamento de forma a permitir que a proposta seja mantida para o contribuinte. A medida provisória que reajusta a tabela do IR não foi votada pelos parlamentares e perdeu validade.

Editor Carolina Pimentel