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Capture clientes com o Pokémon Go


Postado em 26/08/2016

Sebrae Nacional -

Brasília - Disponível no Brasil desde o início do mês, o jogo Pokémon Go é uma febre mundial. Antes mesmo de ser lançado no Brasil, já tinha sido baixado por mais de 100 milhões de pessoas e logo vamos nos acostumar a ver crianças, jovens e adultos apontando seus smartphones por aí. Por que, então, não aproveitar a onda para turbinar suas vendas e atrair jogadores? Como chegou há pouco tempo, poucas informações estão disponíveis sobre essa novidade, mas não dá para dispensar esta oportunidade.

A distribuição dos monstrinhos é aleatória, não dá para prever se haverá algum no seu estabelecimento ou nos arredores. Mesmo assim, você pode atrair os jogadores para consumirem seus produtos ou serviços. “Antes de tudo, os empresários devem avaliar se querem atrair esse perfil de público. As informações sobre como aproveitar essa onda tendem a aumentar. Ficaremos de olho para que os pequenos negócios tirem o máximo proveito do Pokémon Go e do que sua tecnologia pode trazer de valioso para os empreendedores”, afirma Hugo Cardoso, analista de atendimento do Sebrae.

 Seguem algumas sugestões:

 Tire fotos dos Pokémon em seu estabelecimento.

Caso apareça algum bichinho perto do seu negócio, tire uma foto dele e poste nas redes sociais, avisando que eles estão por perto. Isso pode atrair mais pessoas para a rua em que seu negócio se encontra. Quanto mais raro o Pokémon, melhor!

Promova sua empresa nas redes sociais.

Já imaginou como seria trocar uma foto de um jogador, dentro da sua loja, por um desconto em determinado item? E que tal premiar a foto mais curtida de um Pokémon junto à sua marca? Aqui, a ideia é incentivar os jogadores a marcarem sua loja nos seus posts pessoais e oferecer-lhes facilidades.

Identifique seu negócio com os diferentes times.

Existem pontos específicos nas cidades, chamados de pokéstops e ginásios. Nos pokéstops, os jogadores podem obter itens de jogo, como as pokébolas, que são utilizadas para a captura de Pokémons. Nos ginásios, as equipes se enfrentam para conquistar aquele local. Os jogadores devem procurar esses pontos na cidade e cabe a cada empreendedor criar a melhor forma de atrair esse movimento para seu empreendimento. Por exemplo, é possível realizar promoções para jogadores de determinado time (os jogadores são divididos em times, nas cores azul, vermelha e amarela). Outra sugestão: oferecer sobremesa de cortesia (ou outro mimo) aos jogadores do time azul, nas segundas-feiras.

Acione o lure

Caso o seu empreendimento esteja perto de um pokéstop, fique atento ao lure Pokémon, ou o acione você mesmo. O lure aumentará a quantidade de Pokémons que irão aparecer nos arredores e os jogadores que estiverem por perto podem ser atraídos para o seu estabelecimento. Esse é o momento de promover sua empresa e demonstrar seu apoio aos jogadores.

Ajude os jogadores!

Oferecer tomada para a recarga de celulares e até serviço de motorista para os caçadores são iniciativas que podem atrair novos clientes para o seu estabelecimento. 

Mantenha clara a sinalização

Ao jogar no celular, os jogadores costumam ficar mais atentos à tela do smartphone do que à rua. Faça sinalizações sonoras ou na calçada como forma de potencializar seus resultados.

 

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Afif: sem Reforma Política, o Brasil não tem solução


Postado em 19/08/2016

Sebrae Nacional -

Afif discursa durante a abertura do projeto Dirigente 2016Brasília - O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, defendeu na noite de quinta-feira (18)  a realização de um plebiscito para convocar uma Assembleia Nacional Constituinte específica para fazer a reforma política, que pode mudar a atual forma de escolha de governantes e parlamentares brasileiros, entre outros pontos. “Sem reforma política o Brasil não tem solução. A sociedade precisa se mobilizar por uma Constituinte exclusiva para fazer a reforma política, já no ano que vem, antes da eleição [presidencial de 2018]”, afirmou.

Ao discursar para uma plateia de lideranças empresariais mineiras durante a abertura do projeto Dirigente 2016, da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), em Belo Horizonte, Afif mergulhou em seu arquivo pessoal e exibiu trechos do vídeo de uma palestra proferida por ele em 1988. “O que eu disse há 28 anos permanece atual.  Nós não evoluímos, mantivemos a mesma estrutura do começo do processo de democratização do nosso país”, constatou.

“A reforma política é uma alternativa para a crise atual porque o problema não está na base e sim no topo da pirâmide”, disse o presidente do Sebrae. “A base da sociedade é exatamente aquela em que o indivíduo está buscando um novo rumo, um novo caminho. Ele está tentando sobreviver. Ali está a criatividade.”

Para o presidente do Sebrae, a crise do Brasil não é econômica, mas sim política. “Quem pensa que crise terminou com o processo de impeachment está enganado. Não sabe que ela está começando”, disse. “Vivemos um momento em que o Brasil precisa de reformas, a previdenciária, a tributária, a reforma no pacto federativo para a distribuição de recursos para estados e municípios. E não vai acontecer reforma nenhuma com essa estrutura de representação do Congresso Nacional.”

Afif falou em devolver o poder para a sociedade. “Essa rebelião da sociedade que começou em 2013, quando o povo foi pra rua com uma bruta insatisfação, precisa continuar. É preciso inundar o Brasil colhendo 10 milhões, 20 milhões, 30 milhões de assinaturas para fazer chegar ao Congresso uma Proposta de Emenda Constitucional que ninguém vai poder negar ou votar contra. Daí vamos fazer a verdadeira política”, ressaltou.

A Assembleia Nacional Constituinte reúne pessoas escolhidas para redigir ou reformar uma Constituição, lei maior de um país e que rege todas as outras leis vigentes. Guilherme Afif Domingos foi deputado constituinte e é autor do parágrafo quinto do Artigo 150 da Constituição, que prevê a transparência na cobrança de impostos, e do Artigo 179, que criou o Simples, tornando mais justa a tributação sobre micro e pequenas empresas.

 

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Startups do InovAtiva Brasil chegam à hora da verdade


Postado em 26/08/2016

Sebrae Nacional -

São Paulo - Depois de meses se preparando para apresentarem seus projetos a investidores, os empreendedores de 125 startups do Programa InovAtiva terão um fim de semana decisivo, em São Paulo (SP). De sábado (27) a segunda-feira (29), eles farão um intensivo em mentoria, treinamento e conexão com investidores e clientes.

Será a última atividade do primeiro Ciclo de aceleração do InovAtiva em 2016. Na segunda-feira, a partir das 10h, o ministro Marcos Pereira (MDIC) e o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, assinarão um Convênio de Cooperação Técnica que vai ampliar a participação da instituição no programa.

A assinatura ocorrerá durante o Demoday (quando os empreendedores apresentam seus projetos a investidores).

Serviço:
Bootcamp Final e Demoday InovAtiva Brasil
:

Datas:
27/08 - 9h às 17h30
28/08 - 9h às 18h30
29/08 - 8h30 às 13h - assinatura de convênio MDIC/SEBRAE, às 10h

Local: Escola de Negócios - SEBRAE/SP

Endereço: Alameda Nothmann, 598. Campos Elíseos, São Paulo-SP

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Dilma diz no Senado que crise não decorre de decretos


Postado em 29/08/2016

Brasília - Senadora Simone Tebet durante sessão do impeachment no Senado, conduzida pelo presidente do STF, Ricardo Lewandowski (Antonio Cruz/Agência Brasil)

A senadora Simone Tebet afirmou que o governo Dilma “vendeu um Brasil irreal aos brasileiros”  e a “maquiagem” das contas levou à perda de confiança dos investidores, recessão e desemprego recordeAntonio Cruz/Agência Brasil

“Querer dizer que a crise fiscal do país é por conta de três decretos e uma operação de subsídio é inverter completamente a realidade. Não sei em que mundo estaríamos se uma crise na proporção que o Brasil está vivendo fosse devido a isto”.

A declaração é da presidenta afastada Dilma Rousseff em resposta a uma pergunta da senadora Simone Tebet (PMDB-MS) que quis saber se a petista se arrependia da política fiscal adotada durante seus mandatos.

Simone Tebet afirmou que o governo Dilma “vendeu um Brasil irreal aos brasileiros”  e a “maquiagem” das contas levou à perda de confiança dos investidores, recessão e desemprego recorde.

“Não inventei a crise”, rebateu Dilma, que está há quase duas horas respondendo aos senadores. Ela reiterou que não cometeu crimes de responsabilidade dos quais é acusada e afirmou que a crise vivida pelo país é um reflexo da situação enfrentada por todas as economias do mundo.

“Vocês estão criminalizando a política fiscal. Não foi o Brasil que passou por uma crise. Desde 2009 começamos a enfrentar a maior crise no mundo”, disse a presidenta afastada ao defender a política adotada durante o governo Lula, com medidas, segundo ela, anticíclicas para evitar que a crise afetasse o país.

Decretos suplementares sem autorização

Sobre a acusação de ter editado decretos suplementares sem autorização do Poder Legislativo, Dilma repetiu que os instrumentos não criaram novas despesas e, sim, um remanejamento do uso de recursos da União. Ela ainda lembrou que havia um projeto de revisão da meta [fiscal] em tramitação no Congresso e disse que a meta “não é uma ação unilateral do Executivo”.

“Havia prática do Congresso que você poderia editar o decreto e aguardar até a aprovação. Com a urgência da economia que não fica esperando, é preciso que você tome medidas imediatas que vão comprometer interesses econômicos e direitos sociais. Não tem uma observação do Congresso dizendo ‘Executivo você não pode fazer isto’”, disse.

Ao rebater a acusação das pedaladas fiscais - atraso no repasse de recursos aos bancos públicos para a concessão de benefícios do Plano Safra - Dilma alertou que todo o mundo apoia a agricultura em seus países e voltou a afirmar que, constitucionalmente, o chefe do Executivo não interfere nestas políticas.

“Neste processo não está prevista a intervenção da presidente da República. Isto não mudou. Que eu não estava presente não é porque eu queria ou não. É que não estava previsto. Fica muito difícil me condenar por algo que não tem fundamento”, afirmou.


Em São Paulo, ação no metrô alerta sobre perigos do cigarro


Postado em 29/08/2016

A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo realizou hoje (29) uma ação na estação Brás, do Metrô, para chamar a atenção das pessoas para o Dia Nacional sem Tabaco. O evento faz parte das comemorações do Dia Nacional de Combate ao Fumo e pretende conscientizar a sociedade sobre os prejuízos causados pelo hábito de fumar.

Para fazer uma avaliação dos interessados, profissionais da saúde aplicam um questionário de cinco perguntas para analisar o nível de dependência, além de fazer avaliação bucal e testes para medição do nível de monóxido de carbono no organismo. Após os testes, o fumante é encaminhado para as unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) para fazer um tratamento e acompanhamento psicológico e medicamentoso para conseguir parar de fumar.

“O tabagismo é uma dependência química e uma doença crônica. A prevalência no Brasil diminuiu bastante, depois que começamos a implantar medidas efetivas no combate e controle do tabagismo. Temos, desde ambiente livre de tabaco até propaganda procurando evitar a iniciação no fumo. Aqui, nós mostramos que o tabagismo é uma dependência química que pode ser tratada”, disse a coordenadora estadual do Programa de Tabagismo, Sandra Silva Marques.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabaco mata mais do que o HIV/AIDS, tuberculose, acidentes de trânsito, alcoolismo, drogas ilegais, homicídios, suicídios e malária juntos, sendo responsável por 5,4 milhões de mortes por ano no mundo. O tabagismo está relacionado a mais de 50 doenças e é responsável por 30% das mortes por câncer de boca, 90% das mortes por câncer de pulmão, 25% das mortes por doenças do coração, 85% das mortes por bronquite e enfisema, 25% das mortes por derrame cerebral.

Além disso, o fumo passivo também aumenta os riscos do aparecimento de doenças, com sete não fumantes morrendo por dia. O tabagismo passivo aumenta em 30% o risco de câncer de pulmão e 24% o risco de infarto. A fumaça do cigarro tem mais de 4,7 mil substâncias tóxicas.

Segundo Sandra, a dificuldade para parar de fumar existe porque o tabagismo está muito ligado ao comportamento e ainda é uma droga lícita, com acesso mais fácil. “Para poder tratar isso temos que mudar o comportamento e situação. Mas é bem difícil parar, porque é uma doença crônica e está ligada ao hábito, gerando dependência física, química cerebral e psicológica. Muitas pessoas acreditam que o cigarro faz parte do dia-a-dia delas, que é um amigo”.

A comerciante Evelyn Simões tem 28 anos e fuma desde os 13. Já parou durante um período, mas nunca conseguiu largar definitivamente o vício. Segundo ela, o cigarro é um apoio para sua ansiedade. “Eu percebi que minha dependência com o cigarro é mais psicológica do que química. Uma coisa vai suprindo a outra e eu não consigo parar. Eu já tive problemas com a voz, tudo causado muito mais pelo cigarro”. Ela pegou o encaminhamento e pretende começar o tratamento.

A costureira Elaina dos Santos Moreira, de 52 anos fuma desde os 21 e contou que nunca sentiu nenhum problema causado pelo fumo, mas já tentou parar diversas vezes por pressão da família. Com o nascimento recente do neto, ela se sente mais motivada a tentar novamente. “Desta vez eu vou conseguir. Estar indo à igreja também me motiva. Com a idade chegando, a gente também se preocupa. Eu tenho uma irmã que faleceu de enfisema, e não quero o mesmo para mim”.


Temer fica no Jaburu para acompanhar depoimento de Dilma


Postado em 29/08/2016

O presidente interino Michel Temer não teve agenda na manhã de hoje (29) no Palácio do Planalto. Ele está no Palácio do Jaburu, onde acompanha o depoimento da presidenta afastada Dilma Rousseff, durante o julgamento final do processo de impeachment.

A assessoria de Temer não informou com quem ele está acompanhado durante a fala de Dilma. O único evento da agenda do presidente interino é uma recepção a atletas olímpicos, prevista para as 14h de hoje. Até o momento, no entanto, ainda não foram confirmados os nomes dos atletas que participarão da cerimônia.

>> Acompanhe ao vivo o julgamento no Senado