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Nem tudo que a gente deseja é necessário


Postado em 18/04/2014

Vivemos muitas ilusões nessa sociedade cada vez mais consumista.



Almoço da Arquidiocese do Rio quase acaba em confusão


Postado em 20/04/2014

Um desentendimento envolvendo policiais do serviço reservado da Polícia Militar (P-2) e os desalojados do terreno da OI, que ocupam o estacionamento da Catedral Metropolitana, no centro do Rio de Janeiro, desde a madrugada de sexta-feira (18), quase faz com que o tradicional almoço da Páscoa, promovido todos os anos pela Arquidiocese do Rio, acabasse em confusão.

A confusão teve início quando a comida começava a ser servida na parte externa da Catedral, localizada na Avenida Chile e os desalojados perceberam a presença de policiais da P-2 que estavam monitorando a movimentação no interior de um carro descaracterizado.

Um grupo resolveu tomar satisfações com os PMs e um dos desalojados foi acusado de desacatar um policial, chegando a ser colocado dentro da viatura. Houve reação, principio de tumulto, mas o rapaz conseguiu ser retirado do interior da viatura, que chegou a ter os vidros quebrados. 

A situação só foi controlada com a interrvenção de um dos padres que trabalham com dom Orani Tempesta e com a chegada de policiais do Batalhão de Choque. Dom Roberto, a pedido do arcebispo, solicitou que os policiais deixassem o local e os ânimos se acalmaram.

A ocupação do pátio da Catedral Metropolitana pelos desalojados havia levado a Arquidiocese do Rio a cancelar a programação da Semana Santa e somente hoje (20), a Arquidiocese confirmou a manutenção do tradicional almoço, que teve início por volta das 11h30, quando cerca de 1.200 quentinhas foram servidas à moradores de rua e aos próprios invasores.

Com o cancelamento da programação, não ocorreu a também tradicional vigília do Sábado de Aleluia, assim como a encenação do Auto da Paixão de Cristo, marcado para a noite de sexta-feira (18) - evento que ocorre há 45 anos nos Arcos da Lapa.

A ocupação levou à  Arquidiocese alterar toda a programação. A missa que estava prevista para às 10h de hoje na Catedral Metropolitana foi celebrada pelo cardeal-arcebispo do Rio, dom Orani Tempesta em uma paróquia de Padre Miguel, na zona oeste da cidade.

Dom Orani esteve na Catedral na parte da manhã para entregar as quentinhas, chegou a conversar com alguns moradores de rua, mas deixou o local sem falar com os jornalistas.

Editor Valéria Aguiar


Escritores brasileiros dão dicas para novos talentos


Postado em 20/04/2014

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O ditado já é conhecido e ninguém contesta: ?Quem lê bem, escreve bem?. Mas três integrantes da nova geração de escritores brasileiros foram além do básico e deram algumas dicas para aquela pessoa que pode sentir uma inquietude, uma vontade de escrever, e não sabe qual é o caminho.

?Não tem outro caminho a não ser escrever muito, copiar muito. Eu tenho muita coisa escrita, muitas coisas copiadas de outros autores. Mas chega uma hora que você tem uma ideia sua que tem que sair. Ela fica maturando, maturando até que você coloca no papel?, disse Leonardo Alckmin. Ele participou da terceira mesa de novos ficcionistas brasileiros, na manhã de hoje (20), na 2ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura, em Brasília.

Autor do romance Paralelos, Leonardo explicou que, antes de ter seu livro publicado, leu muitos outros autores e se inspirou neles até encontrar seu próprio estilo, sua própria voz. A opinião dele é compartilhada pela escritora Paula Fábrio. ?A voz vai acontecer, mesmo contra tudo e contra todas as expectativas. Mas você tem que praticar, aí a voz aparece e você percebe?.

 

II Bienal Brasil do Livro e da Leitura. Leonardo Alkminn, durante palestra sobre novos escritores (Valter Campanato/Agência Brasil)

Leonardo Alckmin participa de palestra com novos escritores Valter Campanato/Agência Brasil

Alckmin ressaltou que, em tempos de internet, quando qualquer coisa que se escreve é mais facilmente vista, as pessoas tendem a se preocupar com o que escrevem. Para ele, os tempos atuais dão uma maior vitrine e oportunidades a novos escritores. A jornalista e escritora Vanessa Bárbara explica que cresceu escrevendo na internet, vitrine que já lhe rendeu oportunidades de trabalho. ?A internet multiplica ainda mais as possibilidades. Você tem que ter perseverança e sorte, acho que a internet ajuda?.

Paula reforçou a importância de praticar a escrita, treinar até chegar ao estilo próprio, que agrada a pessoa. Ela lembrou ainda que existem editoras menores que investem em jovens escritores, sem custo de publicação para o autor. Esse é um dos caminhos para ter um primeiro livro publicado, existir de fato no universo literário. Vanessa lamentou, porém, a dificuldade de alguém viver apenas de escrever livros no Brasil. Privilégio, segundo ela, exclusivo de grandes nomes, best-sellers da literatura nacional.

Antes de tudo, porém, o escritor não depende de ninguém. E isso foi o que tirou o foco de Alckmin do teatro e o voltou para a produção de suas próprias histórias. ?Para escrever, você só depende de um papel e uma caneta. E foi isso que me encantou, essa independência. Como autor, eu posso embarcar no meu próprio sonho?, disse.

 

Editor Valéria Aguiar


Nepal põe fim às buscas dos desaparecidos no Monte Everest


Postado em 20/04/2014

Monte Everest

Nepal põe fim às buscas dos desaparecidos no Monte EverestAnarendra Shrestha/Agência Lusa

O Nepal deu hoje (20) por terminadas as buscas aos três guias nepaleses que continuam desaparecidos depois da avalanche no Monte Everest em que 13 colegas foram encontrados mortos, segundo fonte oficial.

As autoridades tinham descartado no sábado (19) a possibilidade de encontrarem mais sobreviventes da avalanche à qual escaparam com vida nove pessoas.

Os homens que morreram pertenciam a um grupo que transportava equipamentos para expedições no Everest, que nesta altura do ano inicia a época alta de escalada.

A avalanche aconteceu na sexta-feira (18) por volta das 6h45 (no horário local) a cerca de 5.800 metros de altitude.

Este já é considerado o acidente mais mortal da história do montanhismo moderno na mais alta montanha do mundo. Antes deste, o mais grave acidente no Monte Everest, nos Himalaia, tinha sido em 1996, quando oito pessoas morreram numa expedição.

Editor Alberto Mendonça Coura