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Empreendedorismo muda realidade do Brejo Paraibano


Postado em 21/11/2014

Sebrae Nacional -

Recife – Localizada no Brejo Paraibano, a cidade de Areia tem uma comunidade formada por cerca de duzentas famílias denominada Chã de Jardim. Marcada por um baixo índice de desenvolvimento humano e com quase a totalidade dos moradores dependentes do Programa Bolsa Família, a localidade mudou sua realidade a partir de atividades produtivas ligadas ao turismo sustentável.

Com ideias inovadoras, os jovens da Associação para o Desenvolvimento Sustentável da Comunidade da Chã de Jardim (Adesco), liderada por Luciana Balbino, conseguiram  engajar a população para ter uma vida melhor. Em menos de 10 anos de atuação, por exemplo, o Parque Estadual Mata do Pau Ferro virou cenário para um passeio com direito a piquenique ao final da caminhada.


?Chamavam a gente de loucos; as mulheres carregavam as folhas de bananeira nas costas. Agora, elas têm a sua própria renda e quem antes não acreditava na gente, hoje nos apoia?

Luciana Balbino - Agente de desenvolvimento

O cardápio que alimenta os visitantes é composto por frutas, bolos, sucos e tapiocas produzidos pela própria comunidade. Já as folhas de bananeira passaram a ser aproveitadas na produção de tapetes, bolsas e cestas e vendidas aos turistas no final do passeio. As frutas cultivadas por pequenos produtores rurais viraram polpas para sucos e doces, também colocados à venda para os visitantes. E as tradições gastronômicas do lugar podem ser conhecidas e apreciadas no restaurante Vó Maria, de onde se tem uma vista privilegiada para o pôr do sol.

“Chamavam a gente de loucos; as mulheres carregavam as folhas de bananeira nas costas. Agora, elas têm a sua própria renda e quem antes não acreditava na gente, hoje nos apoia”, conta Balbino, que começou o trabalho como coordenadora de desenvolvimento da comunidade em 2006.

Ela contou com muita criatividade e também a orientação do Sebrae para vencer o preconceito e todos os entraves apresentados durante a trajetória da comunidade, como a falta de recursos financeiros e burocracias. “Desenvolvimento que vale a pena é aquele que gera qualidade de vida para as pessoas”, disse.

A história de engajamento de Luciana Balbino e da comunidade foi contada por ela aos participantes do 3º Encontro Nacional dos Agentes de Desenvolvimento realizado, em Pernambuco, na nessa semana.

O ENAD

A programação do Encontro Nacional dos Agentes de Desenvolvimento foi encerrada com a premiação da Maratona de Negócios Públicos, que avaliou projetos para o desenvolvimento local em diversas comunidades. O agente Aildo Bezerra, de Arco Verde (PE), venceu a disputa com o projeto de reestruturação do centro comercial do município. De Cantagalo (RJ), Jorge Braz Ferreira levou o segundo lugar com uma proposta para fomentar a participação de micro e pequenas empresas do polo cimenteiro da cidade nas compras públicas.  E Joel Santana, de Linhares (ES), levou o terceiro lugar, com projeto que consiste em uma rede de integração para facilitar o dia a dia dos pequenos negócios do município.

 

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Maioria dos pequenos negócios recorre a financiamentos


Postado em 18/11/2014

Sebrae Nacional -

Florianópolis - De cada dez micro e pequenas empresas, oito utilizam algum tipo de financiamento, cinco recorreram a empréstimos nos últimos cinco anos e duas o fizeram somente em 2014. Os dados são da Pesquisa Financiamento dos Pequenos Negócios no Brasil em 2014, que foi divulgada no IV Fórum de Inclusão Financeira, pelo diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos. O estudo realizado pelo Sebrae, em parceria com o Banco Central, revela o aumento do acesso ao crédito pelos pequenos negócios e uma elevação no grau de confiança dos empreendedores no ambiente financeiro. Para 58% dos entrevistados, está mais fácil agora do que há cinco anos tomar financiamento em bancos, cooperativas ou programas de microcrédito.

Segundo Carlos Alberto, o Brasil apresentou avanços para combater a informalidade, mas ainda precisa melhorar. “Pensar globalmente é pensar grande, mas com atuação local. Temos a pretensão de estimular pequenas empresas de classe global a ocuparem espaço no mercado internacional. Uma das importantes alavancas para a competitividade está no ambiente legal de negócios e na questão do financiamento”, afirmou.

O levantamento ouviu 1,5 mil proprietários de empresas de pequeno porte, de microempresas e Microempreendedores Individuais (MEI), entre agosto e setembro de 2014. Entre as de pequeno porte, 68% afirmaram ter tomado empréstimo. Já entre as microempresas o percentual é de 53% e do MEI, 36%.

A pesquisa aponta uma tendência de aumento, nos últimos cinco anos, na proporção de empresas que fizeram financiamento em bancos públicos e/ou privados - em 2014, 24% dos entrevistados tomaram empréstimo, sendo que em 2013 o número era de 22% e, em 2010, de 12%. Em relação à forma como o crédito é tomado, 92% das empresas de pequeno porte e 76% das microempresas afirmaram que utilizam Pessoa Jurídica. Já 46% dos MEI preferem financiar enquanto Pessoa Física.

O estudo revelou que 55% dos empresários entrevistados avaliam como bom e muito bom o financiamento bancário no Brasil, 10% o consideram regular e 35% disseram que é ruim e muito ruim. Em relação a 2009, primeiro ano da pesquisa, o número de empresários que consideraram o financiamento bom e muito bom era de 48% e ruim e muito ruim era de 49%. “O dinheiro está saindo relativamente rápido. Temos uma amostra da melhoria na satisfação do tomador de crédito”, reforçou o diretor do Sebrae. 

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"Uma das importantes alavancas para a competitividade está no ambiente legal de negócios e na questão do financiamento?

Carlos Alberto dos Santos - Diretor-técnico


Congresso apresenta números da aquicultura no Brasil e no mundo


Postado em 18/11/2014

Sebrae Nacional -

Brasília – A criação de peixes, crustáceos e outros pescados cresceu mais de 200% desde o ano 2000. No Brasil, a atividade também tem ganhado força, principalmente no Nordeste, que contribui com 32% do total da produção nacional, avaliada em 545 mil toneladas. Para discutir tendências, entraves e perspectivas para o segmento, o Sebrae em Alagoas realiza de 18 a 21 de novembro o I Congresso Regional Aquinordeste, no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, em Maceió (AL). 


?Temos um público potencial de mais de um milhão de pescadores e aquicultores registrados no Ministério da Pesca e Aquicultura. Por isso, acreditamos que esse software é mais uma ferramenta para garantir a sustentabilidade desses pequenos negócios?

Enio Queijada - gerente de Agronegócios do Sebrae

Durante a programação, o Sebrae Nacional lançará o Software de gestão para aquicultura – piscicultura, que vai auxiliar o empresário rural na gestão do seu negocio. Dentre as facilidades proporcionadas pela tecnologia está o controle da biometria, dos custos, da qualidade da água e dos lucros. 

“Temos um público potencial de mais de um milhão de pescadores e aquicultores registrados no Ministério da Pesca e Aquicultura. Por isso, acreditamos que esse software é mais uma ferramenta para garantir a sustentabilidade desses pequenos negócios”, afirma o gerente de Agronegócios do Sebrae Nacional, Enio Queijada de Souza. Ele destaca que a instituição tem 41 projetos em andamento em todo o país, que oferecem capacitação gerencial, acesso ao crédito, assistência técnica e licenciamento ambiental.

O evento reunirá grandes especialistas estrangeiros em aquicultura como o chileno Carlos Wrumann, diretor-executivo da Award Consultores Internacionais em Aquicultura, que mostrará um panorama da aquicultura no mundo e suas tendências. Já o consultor Israel Snir falará sobre a Aquicultura na luta contra a fome a pobreza, a partir de sua experiência internacional. Outro destaque da programação é a mesa redonda com diretora-executiva do Centro de Produtividade de Tolima (CPT) da Colômbia, sobre a criação de tilápia por pequenos produtores. 

Mais do que assistirem às palestras e debates, estudantes e profissionais ligados ao segmento terão a oportunidade de visitar unidades de produção e de engorda de alevinos de tilápia, e de engorda de ostras.

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Diretor da Camargo Corrêa recebe alta e volta para carceragem da Polícia Federal


Postado em 22/11/2014

O diretor-vice-presidente da empreiteira Camargo Corrêa, Eduardo Hermelino Leite, um dos presos da Operação Lava Jato, recebeu na tarde deste sábado (22) alta do hospital Santa Cruz, em Curitiba, onde ficou internado devido a um quadro de hipertensão. Segundo a assessoria do hospital, ele está bem e já foi conduzido à carceragem da Polícia Federal.

O executivo, que está preso na Superintendência da Polícia Federal, passou mal e foi internado na noite de sexta-feira (21). Segundo a assessoria do hospital, ele chegou de ambulância e permaneceu o tempo todo escoltado por policiais federais.

Na quarta-feira (19), o executivo ? acusado de pagar propina para conseguir contratos com a Petrobras, manteve silêncio durante depoimento prestado na Superintendência da PF.

Editor Fernando Fraga


Bolsas de produtividade ainda têm presença reduzida de mulheres cientistas


Postado em 22/11/2014

Números atualizados até 2013 mostram que embora haja um equilíbrio entre o número de mulheres e homens cientistas no Brasil ? pelo sistema geral de bolsas concedidas para pesquisas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) ? quando se analisam as bolsas para pesquisadores seniores, com doutorado, a proporção de representantes do sexo feminino é inferior à masculina.

Em entrevista à Agência Brasil, a economista Hildete Pereira de Melo, autora junto com Lígia Rodrigues do livro Pioneiras da Ciência no Brasil, disse que do total de bolsas concedidas em todas as modalidades em 2013, a participação foi 50% para homens (48.278) e 50% para mulheres (47.776).  Em 2001, eram 21.958 bolsas para mulheres (48%) e 23.683 para homens (52%). ?O CNPq dobrou o número de bolsas na última década e equilibrou [a participação das mulheres] dentro do conjunto?.

Observou, entretanto, que o equilíbrio foi alcançado no sistema geral de bolsas, cuja maior parte se destina à iniciação científica. Na distribuição de bolsas de produtividade, ligadas às pesquisas científicas vinculadas ao final de carreira, a mulher participa com apenas 30% do total. ?É o pesquisador mais maduro que recebe as bolsas de produtividade", avalia Hildete.

Essas bolsas têm várias gradações. As de valores mais elevados são conhecidas como PQ1 e, no ano passado, foram concedidas na proporção de 24% para mulheres e 76% para homens. Hildete assegurou, porém, que houve ganho em comparação à década de 1990. ?As mulheres crescem dentro da carreira científica, mas nas bolsas de produtividade, que abrangem pesquisadores com carreira já firmada, com doutorado, as mulheres diminuem (a participação). A carreira científica ainda é masculina?.

Hildete avalia que as mulheres estão mais presentes nas áreas mais relacionadas ao papel tradicional feminino. ?Áreas ligadas aos cuidados, à saúde e às ciências sociais?. Nutrição e serviço social são dois exemplos. Nas áreas das ciências exatas, como matemática, física e engenharia, a presença feminina cai bastante.

Nas bolsas PQ2, para pesquisadores que ainda não atingiram o topo da carreira, em 2013, 39% das bolsas foram para mulheres e 61% para homens. Hildete salientou que a faixa etária das mulheres que recebem bolsas é maior que a dos homens, pois, muitas vezes, a mulher tem de conciliar a maternidade e a carreira. ?[As mulheres] estão mais dedicadas à carreira e com mais tempo na medida em que os filhos crescem. Por isso, são mais velhas que os homens?.

Para a economista, a chave para uma maior participação feminina no mercado de trabalho é educação. ?A educação é que permite às mulheres dar um passo para fora de casa?. Indicou, ainda, que a carreira científica ?só existe se as mulheres se educarem?.

Editor Denise Griesinger


Exposição retrata as mulheres pioneiras nas ciências no Brasil


Postado em 22/11/2014

Uma exposição baseada no livro das pesquisadoras Hildete Pereira de Melo e Lígia Rodrigues, aberta  ao público no Museu Ciência e Vida, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, aborda as Pioneiras da Ciência no Brasil. O livro foi publicado em 2013 com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

A curadora da exposição, Simone Pinto, disse que, ao vencer edital do CNPq, o museu quis desmistificar, principalmente com os jovens, a ideia de que cientistas vivem só em laboratórios. ?Quando a gente montou a exposição, a ideia foi mostrar ao público, em especial para o público escolar, que a mulher fez parte da ciência e continua fazendo parte da construção da ciência no Brasil?, disse Simone. 

Parte de um laboratório de química foi montado no museu em homenagem à pesquisadora Eloísa Biasotto Mano, nascida em 1924, que compareceu à abertura da exposição, no final de outubro passado. A bióloga Anna Lima aceitou o convite e posou como pesquisadora da área de química.

Engenheira química pela antiga Universidade do Brasil, hoje Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Eloísa Mano respondeu pela criação, em 1968, do primeiro grupo de pesquisadores de polímeros do país, que gerou o Instituto de Macromoléculas da UFRJ. O instituto leva o seu nome.

A mais antiga pesquisadora brasileira retratada na mostra do Museu Ciência e Vida é a obstetra Maria Josephina Matilde Durocher, que viveu entre 1809 e 1893. Primeira aluna do curso de obstetrícia da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, Maria Josephina foi nomeada pelo imperador dom Pedro II e foi a primeira mulher admitida como membro titular da Academia Nacional de Medicina. Parteira da Corte Imperial, ela fez o parto dos netos de dom Pedro II.

O Museu Ciência e Vida é administrado pela Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação Cecierj), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro.

A partir de maio de 2015, a exposição se tornará itinerante e deverá percorrer outros espaços de ciências no estado do Rio, nos municípios de Paracambi, de Três Rios e de São João da Barra, informou a diretora do Museu Ciência e Vida, Mônica Dahmouche. Acrescentou que ?a mostra está disponível também para outros museus que se interessem pela temática das primeiras mulheres cientistas brasileiras?. Segundo Mônica, poderá ser estabelecida parceria ainda para apresentação da exposição em qualquer museu do estado.

A exposição retrata 24 pioneiras da ciência e tem um enfoque maior nas ciências exatas, uma vez que o museu é dirigido por uma física e conta, entre seus atrativos, com o Planetário Marcos Pontes, nome dado em homenagem ao primeiro astronauta brasileiro, Marcos Cesar Pontes, e a oficina de robótica. Também estão contempladas na mostra mulheres que se destacaram em outras áreas científicas, como a economista Maria da Conceição Tavares e a psiquiatra Nise da Silveira. 

A entrada é gratuita. O agendamento de turmas de escolas para visitação pode ser realizado pelo telefone (21) 2671-7797.

 

Editor Fernando Fraga