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Empresas mineiras driblam ajustes econômicos e aumentam faturamento


Postado em 01/06/2015

Sebrae Nacional -

Empresário Jomar Britto de OliveiraBelo Horizonte - Micro e pequenas empresas estão se planejando melhor para enfrentar os ajustes econômicos e buscando diferencial para se destacar no mercado. O bom desempenho aparece no faturamento, que não para de crescer em diversos negócios mineiros. É o caso dos empresários Henrique Baldini e Marcelo Abreu, de Passos, no Sul de Minas. Eles se conheceram no período de faculdade, em 2012 se reencontraram e juntos abriram uma franquia de fotodepilação na cidade.

Com o passar do tempo, os sócios encontraram dificuldades na gestão do negócio e resolveram mudar alguns quesitos relacionados à administração, aos pacotes oferecidos para os clientes, à diversificação da forma de pagamento e à criação de garantias de resultados. “Percebemos algo errado com a franquia, quando outras franqueadas começaram a fechar as portas. Mudamos para sobreviver no mercado, foi uma readaptação”, conta Baldini.

Diante das oportunidades oferecidas pelo mercado da beleza, os jovens empreendedores quiseram ir além.  Procuraram o Sebrae em Minas Gerais e fizeram o curso Estratégias Empresariais. Foi aí que perceberam que poderiam investir em um novo negócio: uma academia. O pontapé inicial foi a realização de uma pesquisa de mercado.  “Aprendemos que devemos avaliar nossos concorrentes e pensar no que o cliente quer e precisa”, explica o empresário.

Depois de participarem de feiras e cursos do segmento, os sócios montaram em março deste ano a Academia Club21. Os empresários investiram em infraestrutura e atendimento. “Compramos equipamentos novos, reformamos todo o espaço deixando o ambiente mais agradável, com lanchonete, loja de roupas fitness e ainda disponibilizamos para o aluno um aplicativo que informa todos os exercícios que devem ser feitos, além do acompanhamentdos resultados, mostrando a perda de medidas e peso, e o que ainda pode ser melhorado”, diz.

A academia também disponibiliza serviços com fisioterapeutas e faz um acompanhamento dos resultados obtidos pelos alunos. “Monitoramos se os objetivos do aluno estão sendo cumpridos por meio do aplicativo. Além disso, entramos em contato com ele para saber o motivo das faltas, estimulando-o a não desanimar”, conta Baldini. O resultado veio em dois meses. A academia já possui três vezes mais a quantidade de alunos esperada para o período. “Em um mês o faturamento da academia superou o faturamento anual da clínica de estética”, completa.

Questionado sobre o momento de dificuldade que a economia brasileira está passando o empresário é enfático. “A crise é para quem fica parado. Temos que avaliar as oportunidades, buscar informações e trabalhar bastante. Hoje, tenho dois negócios totalmente diferentes, mas que dão lucro, mesmo em um período de alerta”.

Energia renovável

Outra empresa que aumentou as vendas, principalmente devido ao  elevado custo da energia foi a Seltec, de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. O empresário Jomar Britto de Oliveira, que já participou do Empretec, metodologia criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e aplicada no Brasil pelo Sebrae, percebeu o momento ideal para ampliar os negócios. “Com a conta de energia mais cara e a escassez de água as pessoas estão buscando cada vez mais alternativas, o que contribui para o crescimento do mercado da energia fotovoltaica”, justifica o empresário.

Nos cinco primeiros meses deste ano se comparado ao mesmo período de 2014, a empresa registrou um aumento de 103% com o comércio de usinas solares fotovoltaicas, sistema de geração de energia elétrica a partir da luz solar. As vendas que antes eram regionais agora já estão sendo realizadas para o Espírito Santo, Bahia e Rio de Janeiro. O sistema de geração de energia fotovoltaica custa a partir de R$ 15 mil, o que inclui o projeto e a instalação. O sistema é composto por placas condutoras, feitas de silício e um inversor, responsável por transformar a energia solar em eletricidade e disponibilizá-la na rede da distribuidora, no caso, a Cemig.

De acordo com o empresário, a economia é de 95% na conta de luz. Outro produto que fez a empresa aumentar o faturamento foi o sistema de aquecimento térmico, composto por placas, que transforma a luz solar em calor, que aquece a água. O investimento necessário para obter a tecnologia é a partir de R$ 5 mil, incluindo, além dos equipamentos, a mão de obra para instalação. “Em uma casa, o chuveiro elétrico é responsável por 40% da conta de luz”, complementa o empresário.

 

Mais informações: 

Assessoria de Imprensa do Sebrae Minas

(31) 3379-9275 / 9276


Pesquisadores transformam projetos científicos em negócios inovadores


Postado em 26/05/2015

Sebrae Nacional -

Brasília - Tecido com hidratante ou que combate a celulite. Cápsulas que mantêm cabelos e pele saudáveis. Um comprimido para tomar uma única vez por semana, substituindo vários remédios por dia. São produtos que parecem ficção, mas que estão se tornando realidade em micro e pequenas empresas brasileiras, por meio da nanotecnologia, com a ajuda do Sebrae.

Desenvolver produtos e processos a partir da manipulação de átomos e moléculas que correspondem à bilionésima parte do metro, cerca de 70 mil vezes menor do que um fio de cabelo, é o objetivo da nanotecnologia. No Brasil, o estado de Santa Catarina concentra o maior número de empresas com essa especialização: 25. Em todo o país, são aproximadamente cem empreendimentos com esse perfil, segundo estimativas do setor. Esse tipo de negócio conta com mão de obra altamente qualificada, requer grande investimento e muito tempo para se desenvolver – a maioria começa sua trajetória dentro de incubadoras de empresas.

Para fortalecer o trabalho das incubadoras, o Sebrae e a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) desenvolveram um modelo de gestão chamado Cerne. “O atendimento para as incubadoras era restrito à tecnologia e a finanças. Com o Cerne, trabalhamos a qualificação em mercado, gestão e capacitação do empreendedor”, destaca o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.

As incubadoras também encaminham os empresários a programas do Sebrae, de acordo com a necessidade específica de cada um. “Nós subsidiamos em até 80% soluções e consultorias que envolvam inovação e tecnologia”, complementa Barretto.

É o caso da Nanovetores, que desde 2009 está incubada no Centro Empresarial para Laboração de Tecnologias Avançadas (Celta), em Santa Catarina. Precursora no ramo de encapsulação (processo em que um ou mais ingredientes são revestidos por uma cápsula), trouxe inovação ao setor tradicional dos cosméticos ao criar cápsulas que, ao serem ingeridas, hidratam a pele. O faturamento em 2014 da Nanovetores fechou em cerca de R$ 2,5 milhões, R$ 1 milhão a mais do que o valor registrado no ano anterior. A empresa tem 25 funcionários em Santa Catarina e conta com projeção internacional, com cinco distribuidores internacionais.

Neste ano, a empresa deve procurar um espaço próprio para se instalar. A mudança se deve a projetos de sucesso, como no setor têxtil, onde a empresa desenvolve estudos para mudar a funcionalidade dos tecidos, como a criação de produtos resistentes à lavagem, com propriedades antibacteriana e de relaxante muscular, que combatem celulite e com fragrância. Para uma grande malharia brasileira, por exemplo, a Nanovetores lançou uma roupa com propriedade hidratante. A tecnologia ainda é inédita no mundo e a empresa conta com nove patentes depositadas.

API.nano

A Nanovetores é uma das 68 integrantes do API.nano, rede de empreendimentos que desenvolvem soluções sustentáveis para grandes indústrias e trabalham com nanotecnologia para têxteis, metalurgia, alimentos, biomedicina, cosméticos, construção civil, entre outros. Segundo Leandro Antunes Berti, secretário executivo do API.nano, a rede conta basicamente com empresas de micro e pequeno porte – aquelas que faturam no máximo R$ 3,6 milhões ao ano. “Queremos intensificar nossa parceria com grandes indústrias e, nos próximos cinco anos, criar um Centro de Inovação em Nanotecnologia”, projeta.

A startup de Leandro – a Advanced Nanosystems – está desenvolvendo produtos inéditos no país, como um fluido baseado em insumos naturais que será utilizado para pesar caminhões; e um óleo isolante que, quando dentro de um transformador, aumenta a proteção e reduz em até 40% a chance de curto-circuito, além de diminuir custos de distribuição de energia. Parece difícil? Para ele, mais complicado é adaptar o raciocínio acadêmico ao de gestão de uma empresa. “Aprendi a fazer um plano de negócio com o Sebrae. Tivemos o mesmo desafio de qualquer empresário: sobreviver aos dois primeiros anos de atividade”, explica.

Ciência e gestão

As dificuldades relatadas por Leandro expõem uma realidade comum aos pesquisadores de nanotecnologia que enveredam pelo empreendedorismo: a falta de preparo em gestão de negócio e capacitação em assuntos relacionados à empresa, como fluxo de caixa. O físico José Rabelo, diretor da Innova Cura Biomateriais, em Santa Catarina, buscou, ainda na faculdade, desenvolver seu lado empreendedor participando de ações do Sebrae. “Consigo praticar até hoje as experiências vividas no Sebrae. Vi minhas deficiências e no que preciso melhorar”, comenta.

A Innova Cura fabrica enxertos ósseos em laboratório, mas com características semelhantes às do corpo humano. Seu produto já é utilizado em diversas áreas da Medicina, como na Oncologia, Ortopedia e Odontologia. Como muitas empresas de nanotecnologia, a Innova já conseguiu capitalizar um investimento inicial de R$ 300 mil, dos quais um terço será usado para uma amostra de bateria de teste para laboratórios.

Viabilidade econômica

Também com foco na área de saúde, a Nanotimize, de São Paulo, presta auxílio ao desenvolvimento de produtos de outras empresas. Um exemplo é o micro e nano encapsulamento de princípios ativos que melhoram o desempenho de remédios. “Significa tomar comprimidos apenas uma vez por semana, em lugar de duas vezes por dia. Diversos tratamentos não avançam porque o paciente esquece de tomar o medicamento”, esclarece o diretor executivo da Nanotimize, José Martins. De acordo com ele, o maior problema do pesquisador é verificar a viabilidade econômica de uma ideia. “A grande dificuldade é entender quanto o produto vai valer no mercado e fazer a conta de trás pra frente, se vale a pena”, enfatiza.

  

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Tour da Experiência Caminhos do Brasil Imperial certifica municípios


Postado em 01/06/2015

Sebrae Nacional -

Petrópolis RJRio de Janeiro - O projeto Tour da Experiência Caminhos do Brasil Imperial alcançou a marca de 72 empreendimentos certificados com o selo Tour da experiência dos pequenos negócios da cadeia do turismo. Realizado pelo Sebrae no Rio de Janeiro em 11 municípios do estado, as primeiras regiões reconhecidas foram: Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis e Visconde de Mauá.

Já receberam a certificação o Vale do Café - Rio das Flores, Piraí, Barra do Piraí, Valença e Vassouras e os municípios de Paraty e Rio de Janeiro. A expectativa do Sebrae no estado é certificar mais 80 empreendimentos. A certificação conta com nove critérios de inovação de produtos turísticos, que são pontuados pela equipe técnica de avaliação. 

Ainda este ano, os empresários receberão orientações sobre inteligência de mercado e roteirização para vender seus produtos num roteiro integrado, histórico-cultural diferenciado, para o turista nacional e internacional. 

A metodologia Economia da Experiência se baseia na tendência atual de que os turistas querem vivenciar experiências nos destinos escolhidos e não somente contemplá-los. Assim, o Tour da Experiência – Caminhos do Brasil Imperial valoriza e promove empreendimentos que apresentam produtos diferenciados traduzidos em sentimentos: emoção, inspiração, prazer e satisfação. Esta proposta visa inovar a oferta turística no estado, aumentar o fluxo de turistas nos destinos mencionados, além de diminuir a sazonalidade e aumentar a permanência dos visitantes.

Mais informações: 
Fernando de Moraes
(21) 2212.7972
rj@asn.com.br
www.rj.agenciasebrae.com.br




Postado em 31/12/1969



Postado em 31/12/1969



Postado em 31/12/1969