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Norma internacional garante mais segurança no turismo de aventura


Postado em 30/01/2015

Sebrae Nacional -

Brasília - No fim de 2014, passou a valer no Brasil a norma internacional ABNT NBR ISO 21101 - Turismo de Aventura – Sistemas de Gestão da Segurança, que melhora a qualidade dos produtos e serviços de toda a cadeia produtiva, desde as empresas que promovem atividades ligadas ao turismo de aventura como as operadoras que oferecem pacotes turísticos e os fornecedores de equipamentos (capacetes, cordas, caiaques, mosquetões), por exemplo.

Os empreendimentos desse setor são de pequeno porte e, na maioria dos casos, surgiram a partir de experiências dos próprios empresários, que transformaram seus hobbys (escalada, trilha, rapel) em negócio. A norma internacional foi baseada na norma brasileira ABNT NBR 15.331, pioneira no mundo e que nasceu da necessidade dos empreendedores como forma de minimizar os riscos e oferecer mais segurança nas atividades. Essa foi uma solução tecnológica inovadora para o setor, desenvolvida pelos empresários com o apoio e a orientação do Sebrae e da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

O Sebrae viabiliza para os donos de pequenos negócios o acesso gratuito a todas as normas brasileiras do setor de Turismo, incluindo as de Turismo de Aventura, no site http://www.abntcatalogo.com.br/sebrae/setorial. Basta clicar em Turismo e informar o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) da empresa para ler o texto completo das normas. Essa disponibilidade só foi possível graças a uma parceria da ABNT com o Sebrae. A instituição também oferece, por meio de consultorias tecnológicas do programa Sebraetec, capacitação subsidiada em até 80% para aplicação da norma e para a realização das auditorias de certificação.  

Atualmente, 20 empresas do setor do turismo de aventura têm seu Sistema de Gestão da Segurança certificado na norma brasileira e nove estão em processo de certificação. Esses negócios deverão migrar sua certificação para a norma internacional e poderão contar com o apoio do Sebrae para esse processo.

A Daventura Esportes e Turismo, empresa que presta serviços ligados aos segmentos de turismo de aventura, ecoturismo, esportes e treinamento, em Salvador (BA), já apostava em 2010 nesse tipo de certificação. Naquele ano, teve apoio do Sebrae Nacional para se adequar à norma. 

“O Sebrae foi o catalisador para as empresas que quiseram se certificar, já em 2010. Hoje, o certificado é um item obrigatório para a nossa área, não apenas um diferencial”, afirma o diretor geral da Daventura Esportes e Turismo, Tiago Valois. Ele cita algumas medidas para melhorar a qualidade nas atividades e a segurança dos clientes: uso de equipamento de proteção individual, camisa com proteção solar, sapatilha para entrar na água, limpeza semanal dos locais onde há atividade, entre outras. Todo ano, a empresa passa por uma auditoria de manutenção da ABNT e, em 2014, renovou a certificação. 

Mais informações:
Assessoria de Imprensa Sebrae
(61) 3243-7851
(61) 3243-7852
(61) 2104-2768
(61) 2104-2770
imprensa@sebrae.com.br


"Atualmente, 20 empresas do setor do turismo de aventura têm seu Sistema de Gestão da Segurança certificado na norma brasileira e nove estão em processo de certificação"



Banana frita ganha mercado na Transamazônica


Postado em 23/01/2015

Sebrae Nacional -

Belém - Salgadinha, crocante, suculenta, devidamente embalada e preparada artesanalmente por membros de uma mesma família no município de Trairão, região da Transamazônica, no Pará. À primeira vista, o pacotinho amarelo engana por parecer batata chips, mas basta provar para perceber que a banana é a matéria-prima do salgadinho, que recebeu o nome de bananita pela população local. 

Atualmente, após consultoria do Sebrae no Pará, a bananita recebeu novo rótulo e embalagem, chegando a ser comercializado cerca de mil pacotes por dia. Definitivamente, a bananita de Trairão caiu no gosto popular. Tudo começou há três anos, quando seu Elias e dona Maria Cunha, mais conhecida como Morenita, plantavam banana para o sustento da família, que mora a 12 km da sede do município. 

“Percebi que muita banana era desperdiçada na estrada quando seguia para a venda e comecei a pensar o que fazer para não ter prejuízo”, lembra Morenita, que começou a fritar o que sobrava  para consumo da família usando uma bacia adaptada. O saboroso salgadinho foi testado e aprovado. Foi quando surgiu a ideia de levar o produto para vender nas escolas próximas.

A partir de então, dona Morenita passou a comercializar também em alguns pontos de revenda e, o que era produzido em sua cozinha para passar o tempo e alimentar os filhos, hoje tem local próprio de fabricação – uma pequena construção montada especialmente para a produção, onde trabalham seis pessoas – filhos, noras, cunhada e sobrinhos. 

Uma equipe fica responsável pelo descasque e corte das bananas, outra pela fritura e uma terceira pela embalagem, que é feita em máquina de vedar plástico. O casal adquiriu quatro máquinas elétricas para fritar as bananas, embora somente duas funcionem por conta da capacidade elétrica do local, que ainda é muito limitada. 

Para o trabalho são usados óleo vegetal, água e sal, tudo sem conservante e, além de Trairão, a bananita é vendida para os municípios de Itaituba, Novo Progresso, Jacareacanga, Santarém, Rurópolis, Castelo dos Sonhos e até para Cuiabá e Itaúba, no Estado do Mato Grosso. “Além da energia que não é suficiente, temos dificuldade com o transporte, onde reside a maior parte da nossa despesa”, conta seu Elias ao ressaltar que, por se tratar de uma produção em série, com os constantes picos de energia, a banana pode estragar, daí a necessidade de um motor gerador de energia para a fábrica.

Banana

Os produtores rurais utilizam cerca de 40 cachos de banana por semana para a produção do salgadinho e, quando não conseguem atender à demandaa com a matéria-prima de suas plantações, eles compram o produto e outros produtores das redondezas. “Temos encomenda de Manaus, mas precisamos de logística para a entrega do produto”, afirma seu Elias, que junto à esposa, trabalha na parte administrativa do negócio, já tendo realizado diversos cursos do Sebrae no Pará na área de gestão e empreendedorismo. 

“Aprendemos demais com todos os cursos. Hoje, temos noção e controle do que é produzido e comercializado”, diz seu Elias, que recentemente esteve em Cuiabá (MT) para participar de uma feira, onde pôde fazer levantamento do mercado da banana in natura e industrializada. “Também participamos da Feira do Empreendedor, promovida pelo Sebrae em Belém. Inclusive, temos pedidos da capital paraense, mas, por precisar de caixa específica e de transporte prático, ainda não pudemos atender”, diz.

Para o gerente do escritório regional do Sebrae em Tapajós, com sede em Itaituba, José Antonio Lira, para que a marca seja conhecida no mercado é preciso ter qualidade e padrão. “Por isso, cuidamos da padronização da embalagem”, lembra o gerente. Ele destaca o interesse de uma faculdade de Itaituba em estudar o produto e também ressalta que chegou a hora de cuidar das instalações da fábrica. “Queremos que toda a banana produzida possa ser processada aqui”, garante.

Mias informações:
Unidade de Marketing e Comunicação - UMC
3181-9137/3181-9139
umc@pa.sebrae.com.br
www.pa.agenciasebrae.com.br


Prazo para adesão ao Supersimples termina sexta (30)


Postado em 27/01/2015

Sebrae Nacional -

Brasília - Os donos de micro e pequenas empresas, que faturam até R$ 3,6 milhões por ano, e que ainda não optaram pelo regime simplificado, podem pedir adesão ao Supersimples até esta sexta-feira (30). A opção deve ser solicitada pelo site www.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional. É importante ressaltar que para aderir ao Supersimples o empresário não precisa pagar nenhuma taxa. O prazo do pedido de adesão não é válido para empresas criadas há menos de um mês ou que vierem a se registrar ao longo do ano. Esses empreendimentos têm até 30 dias contados do último deferimento de inscrição, municipal ou estadual.

Para auxiliar os empreendedores a optarem ou não pela adesão, em função da redução tributária, o Sebrae criou  uma calculadora que simula os impostos que as micro e pequenas empresas terão que pagar mensalmente. A ferramenta permite que o empresário tenha uma estimativa de quanto pagará em cada regime e descubra se é melhor optar pelo Supersimples ou pelo Lucro Presumido. A recomendação é que os donos de pequenos negócios utilizem a calculadora com o apoio do seu contador para facilitar a decisão entre os regimes de tributação.

A calculadora está disponível no Portal do Sebrae. Após acessar a ferramenta, o empreendedor precisa ter em mãos o ramo de atividade e os valores da receita anual e da folha de pagamento. Com o preenchimento dos campos fornecidos, o empresário poderá visualizar o quanto recolheria de imposto no Supersimples e no Lucro Presumido.

As novas 140 atividades beneficiadas com a revisão da Lei Geral da Micro e Pequena empresa já podem se beneficiar desse sistema de tributação, que unifica oito impostos em um único boleto e reduz, em média, a carga tributária em 40%. A redução dos impostos já vale a partir do primeiro mês de 2015. Entre os beneficiados pela universalização do Supersimples estão médicos, advogados, corretores, engenheiros, consultores e arquitetos.

O Supersimples unifica oito impostos em um único boleto e reduz, em média, 40% da carga tributária. Por esse sistema, os seguintes tributos são abrangidos: IRPJ, CSLL, PIS/Pasep, Cofins, IPI, ICMS, ISS e a Contribuição Patronal Previdenciária para a Seguridade Social (CPP). O recolhimento é feito por um documento único de arrecadação que deve ser pago até o dia 20 do mês seguinte àquele em que houver sido auferida a receita bruta.

Mais informações:
Assessoria de Imprensa Sebrae
(61) 3243-7851
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(61) 2104-2768
(61) 2104-2770
imprensa@sebrae.com.br



Aumento de impostos sobre combustíveis começa a valer domingo


Postado em 31/01/2015

A partir deste domingo (1º) começa a valer o decreto do governo federal que altera as alíquotas do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre a gasolina e o óleo diesel. O aumento dos dois tributos corresponderá a R$ 0,22 por litro da gasolina e R$ 0,15 por litro do diesel, segundo o ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

A Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre a gasolina e o óleo diesel aumentará no dia 1º de maio, quando poderá haver a redução do PIS e da Cofins. As medidas fazem parte do aumento de tributos anunciado na semana passada pelo governo, que espera obter R$ 12,2 bilhões com a arrecadação.

A Petrobras informou que irá repassar o aumento dos tributos para o preço dos principais derivados do petróleo nas refinarias. A elevação preço para o consumidor nos postos de combustíveis irá depender da decisão de cada estabelecimento, e deve ocorrer à medida em que os estoques atuais forem renovados. 

Editor Fernando Fraga


Presidência retoma debates com a sociedade sobre reforma política


Postado em 31/01/2015

Escolhido pela presidenta Dilma Rousseff para ser o interlocutor do governo com representações da sociedade civil no  debate sobre a importância da reforma política no país, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, iniciou o diálogo nesta sexta-feira (30) com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Nos próximos dias, ele participará de um debate sobre o tema com a União Nacional dos Estudantes (UNE) e se reunirá com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O ministro lembrou que, na última reunião com todos os ministros do governo, a presidenta Dilma renovou seu compromisso com a sociedade brasileira para retomada da agenda da reforma política ainda neste primeiro semestre.

?Nosso papel é estimular a sociedade a este debate, de escutar a sociedade civil, as expectativas de projeto, as opiniões sobre a importância da reforma política?, disse Rossetto. Para ele, em março o Congresso Nacional já estará pronto para a discussão do tema, que deve ser provocada pela apresentação de um projeto de lei de iniciativa popular.Um movimento liderado pela OAB, com a participação de 102 entidades da sociedade civil, trabalha para alcançar, até lá, mais de 1,5 milhão de assinaturas, necessárias para viabilizar a apresentação do projeto de lei no parlamento.

?Estou absolutamente seguro desta urgência das iniciativas em relação à reforma política, que serão um tema tratado pelo Congresso Nacional com ampla participação da sociedade brasileira, e esta é uma agenda para 2015. Eu penso que a partir de março nós temos todas as condições para retomar esta agenda?, avaliou o ministro, reconhecendo que boa parte da sociedade gostaria que a reforma já valesse para as eleições municipais de 2016, precisando ser aprovada antes de outubro deste ano.

?Este é um tema do Congresso, mas há sim uma expectativa da sociedade brasileira de assegurar, no prazo mais rápido possível, estas mudanças, que representam a qualificação da democracia brasileira?.
Entre as mudanças propostas, Rossetto disse que há muitos consensos entre o que defendem o governo e o projeto desenvolvido pela OAB com base em pesquisas e diálogos com a sociedade.

Os principais pontos de convergência, segundo ele, são o fim do financiamento empresarial, ?que distorce a campanha?, e o voto em lista, que, conforme o ministro, amplia a responsabilidade dos partidos junto à sociedade e também a capacidade de fiscalização dos eleitos pela população.

?Ela tem uma grande expectativa nessas mudanças importantes, que fortalecem a democracia no nosso país, que retiram este domínio econômico que sequestra a democracia, e busca campanhas mais austeras, mais qualificadas do ponto de vista político e onde o grande protagonista seja o cidadão?, justifica o ministro.

O ex-presidente da OAB e presidente da Comissão Especial pela Reforma Política da entidade, Cezar Britto, que participou da reunião junto com Rossetto e o presidente da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, disse que o projeto já tem 600 mil assinaturas de apoio popular, sendo 300 mil virtuais e 300 mil físicas. ?Suspendemos um pouco a virtual, já que, por força da legislação, é a física que contará para a apresentação do projeto. Mas nós temos certeza que vamos colher, logo, no mínimo 2 milhões de assinaturas, mais do que o limite constitucional previsto?.
 

Editor Jorge Wamburg


Idiomas sem Fronteira vai oferecer cursos de espanhol e mandarim


Postado em 31/01/2015

Os cursos de espanhol e mandarim poderão ser os próximos oferecidos pelo programa Idiomas sem Fronteiras. A documentação de ambos está mais adiantada, segundo a coordenadora do programa do Ministério da Educação (MEC), Denise Lima. Além desses, italiano, japonês e alemão também estão nos trâmites finais. Ela não informa uma data para que isso aconteça.

A proposta do Idiomas sem Fronteiras é complementar o Ciência sem Fronteiras e as demais políticas públicas de internacionalização do ensino. O programa prevê a aplicação de testes de proficiência e de nivelamento, cursos on-line e presenciais. O programa foi lançado em novembro do ano passado com a promessa de oferecer a formação em inglês, francês, espanhol, italiano, japonês, mandarim, alemão e português para estrangeiros que tenham interesse no nosso idioma. O inglês é ofertado ofertado desde 2013, pelo Programa Inglês sem Fronteiras,  e o francês desde o ano passado. Todos os demais idiomas, segundo Denise, passarão a ser ofertados neste ano.

?Os idiomas são todos necessários. A oferta depende do andamento da documentação e da logística interna?, explica a coordenadora. ?O programa conseguiu um grande alcance com o inglês. Conseguimos cadastrar todos as universidades federais e quase a totalidade dos institutos federais. O francês também tem tido uma repercussão boa na comunidade universitária e tem auxiliado no processo de mobilidade estudantil?, acrescenta.

O Idiomas sem Fronteiras, de acordo com a coordenadora, vai além do objetivo de formar os intercambistas, estende-se a professores, técnicos e alunos de graduação, mestrado e doutorado das instituições de educação superior, públicas e particulares. Além de professores de idiomas da rede pública da educação básica.

O impacto no Ciência sem Fronteiras foi reduzir o tempo que os estudantes passam em outros países recebendo e apenas aprendendo o idioma. O prazo, que podia ser de até de um ano, foi restrito ao limite máximo de 10 semanas antes do início das aulas, segundo Denise. "Quando se manda o aluno para o exterior, pode até garantir que ele vá aprender esse idioma, mas investe-se no aluno o que poderia estar investindo em muitos alunos. Muito mais barato estudar aqui, apesar de o processo ser mais lento que uma imersão no idioma", analisa.

O Ciência sem Fronteiras oferece bolsas, prioritariamente, nas áreas de ciências exatas, matemática, química e biologia, engenharias, áreas tecnológicas e da saúde. O programa deve oferecer 100 mil bolsas em instituições de ensino estrangeiras de 2015 a 2018.

Editor Fernando Fraga