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Sebrae e Facebook lançam capacitação online


Postado em 01/09/2014

Sebrae Nacional -

Brasília - O Sebrae e o Facebook apresentam nesta segunda-feira (1º) o ‘Empreenda com o Facebook’, treinamento online gratuito desenvolvido para empreendedores brasileiros. Criado em um formato de jogo online - o Empreenda com o Facebook - exige apenas que o interessado possua um perfil no Facebook.

 

Uma vez dentro do jogo, o empreendedor será conduzido por cinco etapas distintas. O game começa com uma introdução sobre a importância do marketing digital para os pequenos negócios e o papel do Facebook nesse cenário. A seguir, ele será orientado para a criação de uma página – isso pode ser feito durante o jogo; caso o empreendedor já possua uma página, ele pode pular essa fase.

 

O passo seguinte envolve o primeiro caso prático. O jogador terá com desafio criar anúncios para um estabelecimento comercial fictício.  Serão analisadas a pertinência do texto, a linguagem para o anúncio, além da adequação ao objetivo de negócios, que é atrair mais clientes. Ao término desta etapa e dependendo do seu desempenho, o empreendedor será recompensado com “estrelas” que poderão ser trocadas por créditos para anúncios no Facebook – destinados à sua empresa real.

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As etapas subsequentes envolvem o desenvolvimento da estratégia de negócios para empresas online e físicas, além da recompensa também em estrelas para serem convertidas em créditos de anúncios. A pontuação máxima dará ao empreendedor R$ 200 em créditos de anúncio.

 

A duração estimada do jogo é de 45 minutos a uma hora, mas o jogador não precisa passar por todas as etapas no mesmo momento. Também é possível repetir uma determinada fase, mas os bônus não são computados novamente.

 

O jogo online comporta até 50 mil pessoas a cada mês – se este número for ultrapassado, o empreendedor interessado receberá uma mensagem informando quando poderá jogar. Desenvolvido em linguagem de fácil compreensão, ele apresenta um conjunto de informações teóricas, mas tem nos exercícios práticos seu ponto mais forte.

 

“Os negócios simulados no jogo foram pensados a partir de dados do Sebrae e de outras fontes relacionadas, e mostram que a maior parte dos empreendedores brasileiros atua nas áreas de varejo e comércio”, explica Stephanie Johnson, gerente de contas do Facebook Brasil.

 

“Essa solução educacional é sobretudo uma oportunidade de inclusão dos pequenos negócios nas redes sociais. Ao participar do jogo, o empreendedor amplia as possibilidades de sucesso do seu empreendimento”, assinala o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos.

 

Capacitação em escala

 

O ‘Empreenda com o Facebook’ é mais um resultado da parceria entre a rede social e o Sebrae, anunciada em março, e que envolve ainda a série de Feiras do Empreendedor do Sebrae, que até dezembro terá passado por 14 capitais.

 

“Quem visita as feiras tem acesso a informações gerais sobre como desenvolver uma estratégia de negócios dando visibilidade à sua empresa por meio do Facebook. As sessões presenciais, no entanto, não atendem a todas as cidades do país. O treinamento online será importante para ampliar a capacitação para empreendedores de todo o país”, diz Fernanda Tosta, gerente de parcerias do Facebook Brasil.

 

Atualmente uma em cada três pequenas empresas no país tem uma página no Facebook. “O treinamento online é mais um serviço de qualidade que vai apoiar a gestão dos pequenos negócios. O potencial de alcance da rede social precisa ser utilizado a favor do empreendedor para ampliar suas estratégias de marketing e relacionamento com o cliente”, disse o diretor Carlos Alberto, do Sebrae.

 

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Fornecedores de madeira e indústria de móveis buscam maior integração


Postado em 22/09/2014

Sebrae Nacional -

Brasília - O fornecimento de madeira para a produção de móveis no país e a integração de todos os elos dessa cadeia é o tema central do Encontro Nacional da Cadeia Produtiva de Base Florestal que acontece hoje (22) e amanhã (23) na sede do Sebrae, em Brasília.

O objetivo do encontro é fomentar a atuação das unidades estaduais do Sebrae em articulação com as empresas de base florestal para a inclusão de produtores do segmento de pequeno porte nessa cadeia de valor, visando ao incremento de oportunidades de renda de negócios florestais nas propriedades rurais.

Além dos gestores estaduais, participam empresários e parceiros estratégicos de ambos os segmentos. Segundo dados da instituição, os pequenos negócios representam 92,4% da cadeia de móveis e madeira, com cerca de 105 mil empresas envolvidas.

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De acordo com o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto Santos, o encontro é uma oportunidade para a discussão de estratégias conjuntas envolvendo os dois segmentos por meio da atuação dos gestores e coordenadores de projetos de Madeira e Móveis e de Silvicultura.

“Trata-se de uma iniciativa inovadora, onde duas carteiras de projetos de áreas técnicas distintas do Sebrae que tratam de Madeira e Móveis e da Silvicultura se unem para discutir estratégias, trabalhando a visão da cadeia produtiva como um todo. Será a primeira vez que o encontro acontece nesse formato”, destacou.

De acordo com o Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IMM), 87% das indústrias moveleiras dedicam-se à produção de móveis de madeira, sendo que 83% dessa produção são feitos com painéis (MDF, MDP, chapa dura e compensado) e boa parte da matéria prima é formada por madeira reflorestada.

Hoje, primeiro dia do evento, os participantes discutem a visão geral do setor, o panorama e tendências da cadeia produtiva. Na parte da tarde, a programação aborda acesso a mercados. Amanhã, segundo dia, os participantes vão debater, na parte da manhã, inovação, sustentabilidade e estratégia nacional. À tarde ocorrem palestras direcionadas a gestores de cada uma das unidades técnicas do Sebrae.

 

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Eventos movimentaram R$ 209,2 bi no Brasil em 2013


Postado em 22/09/2014

Sebrae Nacional -

Brasília - O volume de recursos movimentado pela indústria de eventos no Brasil mais que quintuplicou em 12 anos. Estudo inédito contratado pelo Sebrae em parceria com a Associação Brasileira de Empresas de Eventos (Abeoc Brasil) revela que esse segmento movimentou R$ 209,2 bilhões em 2013, o que representa uma participação do setor de 4,32% do PIB da economia brasileira. A pesquisa anterior sobre esse mercado, feita em 2002 com dados de 2001, apontou que a renda anual da indústria de eventos foi de R$ 37 bilhões naquele ano.

 

A pesquisa foi realizada pelo Observatório do Turismo da Faculdade de Turismo e Hotelaria da Universidade Federal Fluminense, com apoio do ForEventos (Fórum do Setor de Eventos), e será divulgada na íntegra no dia 14 de outubro na Fecomércio em São Paulo. A renda total desse mercado é a soma dos gastos feitos pelos participantes de feiras, congressos e outros eventos, pela receita gerada com a locação dos espaços destinados a esses encontros e o faturamento das organizadoras de eventos. Em 2013, o Brasil sediou 590 mil eventos, 95% deles nacionais e metade realizada na região Sudeste. Ao todo, eles tiveram a participação de 202,2 milhões de pessoas que gastaram, em média, R$ 161,80 por dia (o que somou gastos de R$ 99,3 bilhões).

 

O estudo também mapeou a estrutura disponível para os eventos no Brasil. O país tem 9.445 espaços para feiras, congressos e eventos de diversas naturezas que totalizam 10,2 milhões de metros quadrados e 9,2 milhões de assentos. A locação desses espaços gerou, em 2013, mais de R$ 37 bilhões. O aluguel de cada assento para reuniões e afins custa, em média, R$ 9,90 por dia. O preço da locação diária do metro quadrado para feiras e afins é de R$ 11,26. Os meses de setembro, outubro, novembro e dezembro são os mais procurados para o aluguel de espaços.

 

A receita das empresas organizadoras de eventos aumentou 18 vezes, em 2013, se comparada a 2001. Ano passado, as mais de 60 mil empresas que organizam feiras, congressos e exposições lucraram R$ 59 bilhões e, em 2002, a receita delas não chegava a R$ 4 bilhões. “Desde 2009 o Brasil está entre os 10 países do mundo que mais sediam eventos internacionais, de acordo com o indicador do International Congress and Convention (ICCA). Os dados mais recentes mostram que, em dez anos, o número de congressos e convenções de negócios internacionais realizados no Brasil cresceu 408%. Entre 2003 e 2013, o total de eventos internacionais passou de 62 para 315. No mesmo período, o número de cidades que sediaram eventos internacionais subiu 145%, passando de 22 para 54 e ainda há muito espaço para o crescimento do setor”, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.

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Para a presidente da Abeoc Brasil, Anita Pires, as informações da pesquisa são fundamentais para o planejamento das empresas. “A partir dos dados levantados, os empreendedores podem orientar investimentos, definir a ampliação dos negócios, ver os pontos fortes e fracos do mercado, onde pode haver demandas para novos negócios. Tudo isto é fundamental para a criação de políticas de mercado e de políticas públicas para o setor junto com o poder público”, afirma. Anita Pires ressalta que o dimensionamento é uma ferramenta que vai facilitar a sobrevivência das empresas e motivar o crescimento do setor, que cresce cerca de 14% ao ano.

 

As expectativas para os próximos anos para o segmento são promissoras. Os grandes eventos internacionais projetaram o Brasil no mundo e vão alavancar o mercado. Além disso, o aumento da renda do brasileiro faz crescer a demanda por eventos artísticos e culturais. O turismo de negócios e eventos é estratégico para o Sebrae desde 2013, quando a instituição fechou uma parceria com a Abeoc Brasil para qualificar a oferta dos serviços oferecidos por essas empresas, aprimorar a gestão dos empreendimentos e promover a certificação de micro e pequenas empresas do setor de eventos, que representam 94% do segmento.

A empresa de Rafael Zanini cresceu 300% 

Donos de pequenos negócios que fornecem algum serviço para os eventos também são beneficiados. Rafael Zanini, 32 anos, tem uma empresa que faz shows de lasers em festas, shows, feiras, conferências e exposições Brasil afora. O negócio de Zanini começou timidamente há quatro anos, quando ele percebeu que pouca gente no Brasil trabalhava neste ramo. Em 2011, com o aumento da demanda, resolveu se formalizar, tornando-se microempreendedor individual (MEI). Com CNPJ, passou a atender grandes empresas, que hoje são seus principais clientes. Entre 2012 e 2013, a empresa cresceu 300%. 

 

Parceria - Pelo convênio, as duas entidades fazem, inicialmente, um diagnóstico da situação da empresa. A partir daí são oferecidas oficinas, palestras e uma consultoria direta para aprimoramento da gestão em busca de eficiência e qualidade. Além disso, as empresas participantes do programa podem receber a certificação por meio do Selo de Qualidade ABEOC BRASIL, que proporciona uma referência no mercado aos contratantes que buscam empresas com excelência nos serviços prestados.

 

No primeiro ano da parceria, mais de 200 empresas se inscreveram para receber a capacitação e 88% delas informam que estão colocando em prática as soluções e boas experiências disponibilizadas pelo projeto – ações que aumentaram o faturamento dessas empresas em 8,78%, em média. Além disso, 116 empresas estão inscritas para receber auditoria independente da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) a fim de obter o selo de qualidade, que será concedido até o final desse ano. “O mercado de eventos no Brasil está em expansão, mas as empresas precisam se capacitar para oferecer serviços de qualidade. Ao adotar boas práticas de gestão, o empresário ganha alternativas de melhoria de processos, o que aumenta a competitividade dos pequenos empreendimentos”, afirma o presidente Luiz Barretto.

 

O estudo também traçou desafios e perspectivas do mercado até 2020. Os pesquisadores concluíram que esse segmento vai continuar em ascensão nos próximos anos, mas ocorrerão mudanças no perfil do público, que ficará mais exigente. Haverá ainda a criação de novos nichos como eventos on-line, o que exige um maior preparo dos empreendedores da área. “Cada vez mais companhias internacionais se associam a empresas brasileiras, com a venda dessas empresas para players internacionais, o que é um desafio”, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. “Por outro lado, deve crescer a demanda por suporte local para a realização de grandes eventos captados por organizadores internacionais, o que é uma oportunidade para as micro e pequenas empresas”, ressalta o presidente do Sebrae.

 

Os dados compõem o Dimensionamento Econômico da Indústria de Eventos do Brasil 2013/2014, estudo que será lançado no dia 14 de outubro na Fecomércio em São Paulo. A pesquisa faz parte do Programa de Qualidade Abeoc Brasil, em parceria com o Sebrae Nacional e apoio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA).

 

Serviço
Coletiva de Lançamento da Pesquisa Dimensionamento Econômico da Indústria de Eventos no Brasil 
Dia: 14 de outubro - 10h30min
Local:: Fecomércio - SP, 3º andar, sala Plenário. Rua Doutor Plínio Barreto, 285. Bela Vista. São Paulo

 

Mais informações:
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Relatório da Unesco indica avanços dos países do Brics na área de educação


Postado em 22/09/2014

Relatório divulgado hoje (22) pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) informa que os países que integram o Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) colocaram a educação e a capacitação no centro de suas estratégias de desenvolvimento e têm impulsionado o progresso mundial na educação. O documento registra que os cinco países fizeram investimentos maciços em todos os níveis educacionais na busca de atender às necessidades de suas economias emergentes. Juntos, os integrantes do Brics ofertam educação para cerca de 40% da população mundial, segundo o relatório.

A publicação Brics: Construir a Educação para o Futuro buscou identificar os sucessos e desafios enfrentados pela educação nesses países e recomenda uma colaboração mais efetivas entre as cinco economias do bloco para acelerar o progresso na educação.

Apesar de reconhecer os avanços, o relatório indica que para alcançar o crescimento econômico equitativo e o desenvolvimento sustentável é preciso mais investimento na educação, com prioridade para a educação básica, superior e o desenvolvimento de habilidades. Alerta também para as disparidades entre as escolas que fazem com que as crianças mais pobres sofram mais com a baixa qualidade educacional.

Na educação básica, o relatório diz que Brasil, China, Índia e África do Sul devem alcançar a educação primária e secundária universal, reduzir as desigualdades na oferta e aumentar o rendimento escolar. ?Os países também devem colocar maior ênfase na expansão de programas de boa qualidade em cuidados e educação na primeira infância?, registra.

Em relação a educação superior, aponta que a demanda por esse nível de ensino tem aumentado e os países do Brics devem expandir a oferta de educação superior e construir centros de excelência mundial em ensino e pesquisa.

Quanto ao desenvolvimento de habilidades, o relatório recomenda que sejam criados sistemas de desenvolvimento de habilidades complexas para que os países diversifiquem suas bases econômicas. Recomenda ainda a expansão e modernização da trajetória técnica e profissional do ensino secundário e superior e a expansão dos programas de formação que têm como alvos jovens e adultos carentes.

O relatório cita como positivas algumas iniciativas brasileirase, entre elas o Plano Nacional de Educação, que estabelece objetivos de aprendizagem explícitos a médio e longo prazo, e diz que o país tem planos ambiciosos para desenvolver a formação técnica e educação profissional e tecnológica. Cita ainda como positivo o sistema de cotas para estudantes de escolas públicas nas universidades federais e a decisão do governo de destinar 75% dos royalties do petróleo para a educação.

Entre as sugestões de cooperação entre os países do Brics para aprimorar os avanços na educação estão a união de forças para melhorar a qualidade dos dados educacionais; o compartilhamento de experiências na criação e implementação de avaliações nacionais de desempenho de estudantes e gerenciar a rápida expansão do ensino superior.

Editor Fábio Massalli


Epidemia de ebola já matou 2.803 pessoas em três países africanos


Postado em 22/09/2014

Enfermeiro da Libéria passa por descontaminação após ter contato com corpos de vítimas do ebola (Ahmed Jallanzo/EPA/Agência Lusa/ Direitos Reservados)

Após  cuidar  de  doentes,  enfermeiro passa  por processo de descontaminação na LibériaAhmed Jallanzo/EPA/Agência  Lusa/ Direitos  Reservados

Dados divulgados hoje (22) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o vírus ebola já matou 2.803 pessoas na Guiné, na Libéria e em Serra Leoa, países que enfrentam uma epidemia sem precedentes da doença. Nos três países, situados na África Ocidental, já foram afetadas pela doença 5.843 pessoas.

A Libéria, onde morreram 1.578 pessoas, concentra mais mortes do que os outros dois países juntos.

Enquanto isso, a Nigéria e o Senegal tiveram casos importados da Libéria, da Guiné e de Serra Leoa. Na Nigéria, foram registrados 20 casos e oito mortes. O Senegal teve um único registro do ebola, seguido de morte.

Na República do Congo, onde os casos de ebola são desconectados dos de outros países, houve 68 registros da doença, com 41 mortes, incluindo oito profissionais de saúde que trabalhavam no combate à doença.

Editor Nádia Franco


Concessionária inicia obras em terminais 1 e 2 do aeroporto de Guarulhos


Postado em 22/09/2014

A concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos anunciou hoje (22) o início das obras da segunda fase do plano de investimentos em infraestrutura do terminal, com a ampliação das áreas de check-in, de esteiras de bagagem, saguões de embarque e desembarque e de centralização do setor de raio-X, onde são feitas inspeção de bagagem de mão e detecção de metal nos passageiros. A reestruturação nos terminais 1 e 2 permitirá que as áreas de circulação e corredores fiquem maiores, o que facilitará o trânsito dos usuários.

O presidente do GRU Airport, Antonio Miguel Marques, explicou que as obras começam no início de outubro e devem ser encerradas no segundo semestre de 2016. Segundo ele, como o terminal está funcionando, a obra foi detalhadamente planejada para evitar distúrbios aos passageiros. ?Em alguns casos, o usuário sequer perceberá que o aeroporto está em obras. O planejamento foi cuidadoso. É uma obra que durará muito tempo, porque tem esse paralelismo com a operação?.

Marques salientou que, para as melhorias, todas as áreas administrativas serão removidas para outros locais. ?Temos escritórios da concessionária e de companhias aéreas em áreas pouco utilizadas. A intenção é que essas áreas passem a ser produtivas?. A obra está orçada em R$ 200 milhões, recursos que serão financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com liberação ao longo do processo.

Na avaliação do ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, Guarulhos é um dos principais aeroportos domésticos do país. Segundo ele, o resultado de pesquisas mensais sobre o aeroporto mostra que a avaliação dos passageiros é muito ruim. ?Por isso, nós e a concessionária achamos necessária a implementação do programa de reformulação e melhoria dos terminais 1 e 2, que servem aos voos domésticos. Queremos que os brasileiros tenham a mesma qualidade de serviço dos usuários dos voos internacionais?, ressaltou.

Para Franco, as mudanças previstas melhorarão fisicamente o aeroporto, assim como a qualidade dos serviços e os preços da praça de alimentação, motivo de frequentes queixas dos usuários. Conforme o ministro, a pesquisa também indica numerosas reclamações contra a limpeza dos banheiros dos terminais. Por isso, salientou ser essa a razão da inclusão dos sanitários no projeto de melhorias do aeroporto.

?O passageiro é o cliente. Ele tem de ter serviço de qualidade. Quando entramos em um aeroporto, podemos deixar de comprar roupas, joias e livros, mas sempre precisamos de alimentação e de banheiro. Então, é fundamental a qualidade do banheiro e concorrência nas praças de alimentação, de modo que os preços sejam compatíveis com o mercado?, acrescentou o ministro.

 

Editor Armando Cardoso