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Congresso aponta a inovação como alternativa para a indústria brasileira


Postado em 27/06/2017

Sebrae Nacional -

São Paulo - Não há futuro para a indústria brasileira fora da inovação. Essa foi a mensagem que deu o tom dos discursos de abertura do 7º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria, que acontece em São Paulo até quarta-feira (28). Para as lideranças empresariais presentes ao evento, a nova revolução industrial que está em curso no mundo ameaça a frágil competitividade da economia brasileira. E, nesse contexto, a iniciativa privada tem o papel primordial de liderar o processo em busca de criar as condições necessárias para que a inovação esteja acessível a todas às empresas.

Uma iniciativa do Sebrae e da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o congresso é o mais importante fórum de debate desse tema no país. Durante dois dias, empresários, autoridades, pesquisadores e especialistas nacionais e internacionais vão discutir os rumos da inovação na indústria no Brasil. O tema do evento, nesta edição, é “Inovar é agregar valor”.

Para o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, o congresso é uma demonstração de força da sociedade brasileira. “A inovação vem da criatividade das pessoas. E hoje, essas pessoas para poderem criar, precisam estar em um ambiente favorável, sem carregar nas costas os encargos de uma burocracia paralisante que nós temos hoje no nosso país. Nós temos que estabelecer um ambiente favorável e não hostil para quem quer empreender”, destaca. Nesse contexto, de acordo com Guilherme Afif, o papel das micro e pequenas empresas é fundamental. “Por isso o Sebrae está investindo, em 2017, cerca de R$ 350 milhões em inovação, o que representa 35% do orçamento da instituição. Estamos lutando para criar um ambiente de negócios onde os investidores não tenham medo de investir nos pequenos negócios, que é onde está o cerne da inovação”, acrescenta o presidente do Sebrae.

Segundo o vice-presidente da CNI, Paulo Afonso Ferreira, a economia brasileira registrou uma perda significativa da relevância da indústria no PIB, nas últimas décadas. Em 30 anos, a participação do setor no PIB caiu de 22% (1985) para 11,4% (2016). “Ainda assim, a indústria é de fundamental importância para o País. Nós contribuímos com R$ 1,2 trilhão para a economia, empregamos 10,5 milhões de trabalhadores, respondemos por mais da metade das exportações brasileiras e dois terços de todos os investimentos da inciativa privada em pesquisa e desenvolvimento”, ressalta Paulo Afonso. Nesse contexto, afirma, a inovação é um requisito primordial para se alcançar uma economia competitiva, próspera e sustentável. “Inovar é a mola mestra para estimular o desenvolvimento das atividades econômicas”, ressalta. Ainda segundo o vice-presidente da CNI, é necessário criar mecanismos de estímulo à inovação e à desoneração do processo produtivo. “Nesse cenário, a inovação precisa ser a obsessão das empresas brasileiras. Não podemos nos acomodar, nem esmorecer. A indústria confia que as instituições e a sociedade encontrarão as soluções para superar essas novas adversidades”, complementa Paulo Afonso.

 

Para Paulo Rabello, presidente do BNDES, o país precisa se reciclar. O banco que, segundo ele, é casado com a inovação desde sua origem ( há 65 anos), busca estar sintonizado com as novas demandas da economia. “A inovação tem que se pagar, tem que ser rentável e tem que se propagar. Principalmente para combater a chaga do desemprego no Brasil”, destaca.

 

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Desconto para venda à vista é permitido por lei


Postado em 26/06/2017

Sebrae Nacional -

No ano passado, o Sebrae realizou uma pesquisa sobre Uso da Mquina de Carto nos pequenos negcios.

Brasília - Ainda desconhecida de muitos consumidores e donos de negócio, a venda de mercadorias e serviços a preços diferenciados é permitida, desde dezembro, de acordo com o meio de pagamento utilizado – dinheiro, cartão de débito, cartão de crédito e transferência bancária. Ou seja, um mesmo item pode ser comercializado com valores diferentes, geralmente com vantagens para os clientes que pagam à vista. 

Antes considerada prática abusiva, a regra mudou com a publicação de uma Medida Provisória (a MP 764), aprovada no Senado e sancionada hoje pelo presidente da República, Michel Temer. “A lei oficializa algo que já ocorria, informalmente, principalmente nos pequenos negócios. Essa medida vai melhorar o fluxo de caixa e o desenvolvimento dos pequenos negócios, levando mais flexibilidade ao mercado”, afirma o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. 

No ano passado, o Sebrae realizou uma pesquisa sobre Uso da Máquina de Cartão, que atestou o uso de maquininhas por apenas 28% dos microempreendedores individuais, que basicamente trabalham apenas com dinheiro ou cheque. Por outro lado, dentre as empresas de pequeno porte, que faturam entre R$ 360 mil e R$ 3,6 milhões, 65% utilizam meios eletrônicos de pagamento. E mais da metade dos participantes do estudo reconhecem que aceitar cartões aumenta as vendas e o faturamento.

Para o empresário, a dica para diferenciar preços é saber o quanto os custos com o cartão pesam no preço final ao consumidor, considerando taxas e juros por antecipação de recebíveis. Com essa informação, o empresário consegue saber exatamente o percentual de desconto que pode oferecer. Assim, o empresário evita o risco de prejudicar a lucratividade e a competitividade.

“A lei permite que se acabe com uma injustiça. Como o preço tem de ser igual para todas as formas de pagamento, os consumidores que usam dinheiro, em geral os de menor renda, subsidiam os usuários de cartões, em geral de maior renda. Esperamos que esse subsídio cruzado se desfaça, ao longo do tempo”, complementa Afif. 

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Empresários, especialistas e autoridades debatem sobre os rumos da inovação na indústria no Brasil


Postado em 26/06/2017

Sebrae Nacional -

Brasília - O Sebrae e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) promovem, na terça (27) e quarta-feira (28), no Expo Transamerica, em São Paulo, o Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria, o mais importante evento de debate sobre o tema no país. Durante dois dias, alguns dos maiores especialistas do mundo estarão reunidos com empresários e autoridades para avaliar o impacto das novas tendências de inovação e tecnologia digitais sobre a indústria no Brasil.   

Para o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, a inovação precisa ser parte da rotina dos pequenos negócios. “É necessário destravar nós que criam barreiras para as empresas brasileiras implementarem inovações a fim de elevar o nível de competitividade da nossa indústria. O Congresso é uma grande oportunidade de debate entre empresários, especialistas e autoridades sobre os rumos da inovação”, ressalta o presidente do Sebrae. 

"Estamos no meio de uma nova revolução industrial e a base dela é a inovação. Na recessão em que vivemos, as empresas que inovam provam que essa é a estratégia vencedora. O Congresso é o momento de discutir como melhorar nosso ambiente de inovação, criar políticas de incentivo e como o país precisa se preparar para os desafios da indústria moderna", afirma Robson Braga de Andrade, presidente da CNI. 

Mais informações e programação completa no site www.congressodeinovacao.com.br.   

O credenciamento de imprensa será feito no local.  

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TRF4 reverte decisão de Moro e absolve Vaccari em processo da Lava Jato


Postado em 27/06/2017

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) absolveu hoje (27) em segunda instância o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto. Ele havia sido condenado pelo juiz federal Sérgio Moro a 15 anos e quatro meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em uma ação penal resultante da 10ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada em março de 2015.

Por maioria de votos, a 8ª Turma do TRF4 considerou que as provas contra Vaccari são insuficientes por se basearem apenas em delações premiadas.

“A existência exclusiva de depoimentos prestados por colaboradores não é capaz de subsidiar a condenação de 15 anos de reclusão proferida em primeiro grau de jurisdição, uma vez que a Lei 12.850/13 reclama, para tanto, a existência de provas materiais de corroboração que, no caso concreto, existem quanto aos demais réus, mas não quanto a João Vaccari”, disse o desembargador federal Leandro Paulsen ao proferir seu voto.

O desembargador federal João Pedro Gebran Neto, relator dos processos da Lava Jato no TRF4, defendeu a condenação do ex-tesoureiro do PT, mas foi voto vencido.

O TRF4 também aumentou a pena do ex-diretor da Petrobras Renato Duque, condenado por Moro a 20 anos e oito meses de prisão. Com a decisão da segunda instância, a pena foi elevada para 43 anos e nove meses de prisão.

O julgamento desta ação havia sido suspenso no dia 6 de junho, quando o desembargador federal Victor Luiz dos Santos Laus pediu vistas do processo.


Jovem é morto em ação de batalhão da PM na favela do Moinho, em São Paulo


Postado em 27/06/2017

Um jovem foi morto durante ação da Rota – batalhão de elite da Polícia Militar (PM) de São Paulo – por volta das 10h de hoje (27) na Favela do Moinho, região central da capital. Leandro de Souza Santos, 18 anos, foi socorrido e levado para o Hospital Santa Casa, mas foi constatada a morte ainda na entrada do pronto-socorro. A ação revoltou os moradores, que reagiram com protestos na região.

Uma parte da Avenida Rio Branco e um trecho da linha 8 Diamante da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) ficaram bloqueados. Trilhos desta linha passam pela entrada da favela do Moinho. As manifestações foram dispersadas pela polícia com uso de bombas de gás lacrimogêneo e spray de pimenta.

De acordo com a assessoria de imprensa da PM, a Rota estava no local para atender uma ocorrência de roubo de veículo e celulares na região. Ainda segundo a polícia, houve troca de tiros e Leandro estava com um revólver calibre 38. Foram os próprios policiais que socorreram o jovem.

No entanto, os moradores da favela do Moinho contestam a versão da PM. Segundo Lucas Santos, irmão de Leandro, ele correu quando viu a chegada da polícia e entrou na casa de uma vizinha. “A Rota entrou, e dentro da casa tinha uma três crianças e uma mulher. Deram cinco disparos nele”, relatou. O irmão destaca que o jovem era usuário de drogas, mas que "estava bem" e "só faz mal a si mesmo".

Lucas questiona a informação que Leandro tenha reagido porque, segundo ele, eram mais de 20 policiais na ação. De acordo o irmão, o jovem foi também ferido com o uso de um martelo. “Deram uma martelada. Eu vi sujo de sangue lá”, apontou. A mãe do jovem acompanha a liberação do corpo.

A Secretaria de Segurança Pública não respondeu aos questionamentos da reportagem até a publicação da matéria.


Seminário discute preservação da matriz africana no combate ao racismo


Postado em 27/06/2017

Experiências internacionais de valorização e preservação da memória e da matriz africana nas Américas foram apresentadas hoje (27) no seminário Mauá 360 - Cais do Valongo, que ocorre no Museu do Amanhã, dentro da semana Vivências do Tempo - Matriz Africana.

Uma das experiências é o museu Smithsonian National Museum of African American History and Culture (NMAAHC), criado por ato do Congresso dos Estados Unidos, em 2003, e inaugurado em setembro de 2016, em Washington. Dedicado à valorização da cultura e memória afro-americana, a coleção conta com mais de 36 mil artefatos.

O curador do museu, Paul Gordullo, disse que falar sobre escravidão é uma coisa tão recente nos Estados Unidos quanto no Brasil. De acordo com ele, é necessário discutir a questão para se compreender melhor a herança africana compartilhada por todas as Américas.

“São histórias parecidas, de perdas, coisas escondidas. Colocar os objetos em um museu tem feito essa história visível e tem colocado luz sobre os pontos escuros. Muitas pessoas tinham receito de falar sobre isso antes, mas nós damos voz para a história. A melhor forma de fazermos isso é encontrar os objetos que contam a história dessas pessoas. Muitas vezes são fragmentos que precisam ser conectados. Precisamos abrir a janela e pensar sobre a escravidão, recuperar os objetos e a humanidade disso, personalizar faz toda a diferença. Eram pessoas com grandes histórias, quando personalizamos e colocamos em um museu ajudamos todos a perceberem isso”.

Para Gordullo, o museu também tem a função de ser espaço para conversa, aprendizado e debate, onde as pessoas tomam coragem para falar sobre assuntos que não falariam em outros lugares, como o racismo e a exclusão social.

“Eu acho que isso é um trabalho crucial dos museus, para entender nossas histórias, e que a sociedade contemporânea é conectada a esse passado que a escravidão tocou 200 anos atrás. Nós somos conectados, temos que pensar localmente em cada cidade e nas conexões, porque o mundo é uma rede. Se entendermos que as comunidades locais são conectadas com as globais, temos uma chance de fazer do mundo um lugar melhor”.

Patrimônio Mundial

O evento ocorre às vésperas da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) anunciar se o Cais do Valongo, por onde se estima que tenham desembarcado no país cerca de 1 milhão de africanos escravizados, receberá o título de Patrimônio Mundial. O anúncio está previsto para ser feito no dia 7 ou 8 de julho.

Para Paul Gordullo, o Cais do Valongo tem uma importância global significativa. “Contém artefatos que nunca foram relatados nos livros de história. Mais de 90% da história humana foi perdida, esquecida ou mesmo assassinada e oprimida, sendo propositalmente esquecida. No Valongo, nós precisamos recuperar os objetos que contam a história dessas pessoas e suprir o silêncio que a história deixou”.

O antropólogo Milton Guran, que coordenou o grupo de trabalho da candidatura do Sítio Arqueológico Cais do Valongo, lembra que o Rio de Janeiro foi o maior porto escravagista da história.

“A redescoberta do Cais do Valongo permite, impulsiona, praticamente nos obriga, a nos confrontarmos com essa realidade. Obriga a cidade do Rio de Janeiro e, por extensão, o país, a se confrontar com as suas origens. Não é por nada que nós temos a maior população negra fora da África, a segunda população nacional negra do planeta, depois da Nigéria. Nós temos que assumir isso de forma consequente, que esse país se viabilizou porque contou com a mão de obra africana em todos os níveis. E isso é positivo, nós temos uma nação pluri étnica, multicultural”.

Ele explica que a elevação do local a Patrimônio Mundial pode colocar o Brasil na vanguarda das políticas públicas globais de inclusão social e redução das desigualdades, que já vinham caminhando com leis como o ensino obrigatório da história da África nas escolas e as cotas raciais para ingresso nas universidades.

“O Brasil vai assumir um protagonismo a nível mundial dessas questões, que não tratam apenas de um passado que ficou esquecido, porque o passado é importante e não pode ficar esquecido, porque o tráfico negreiro foi um crime contra a humanidade, mas a gente tem que pensar o presente e o futuro. O que se coloca em discussão é inclusão social, são políticas de reparação. A gente fala muito em liberdade, mas entre as dez maiores economias do mundo, o Brasil é o que tem o maior número de pessoas em trabalho análogo à escravidão, é o que tem a maior população carcerária proporcionalmente, e 70% dessa população carcerária é negra”.

Segundo a antropóloga do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) Rosana Najjar, o Cais do Valongo já é registrado como sítio arqueológico nacional e o reconhecimento internacional é importante para dar visibilidade à história e fazer com que os entes federativos assumam a responsabilidade de manter o local preservado.

“Poderia ter sido enterrado de novo, porque você preserva enterrando. É uma capsula do tempo, ele ficou lá quietinho 200 anos até que a gente redescobrisse. Então essa responsabilidade, sendo ou não Patrimônio da Humanidade, é uma responsabilidade do poder público. A tomada de decisão de deixar aberto foi conjunta. Independente de Patrimônio da Humanidade, ele é um patrimônio arqueológico, é legalmente protegido como patrimônio cultural brasileiro”.

Museu da Escravidão e da Liberdade

Ao falar sobre a criação do Museu da Liberdade e da Escravidão, a ser implantado também na região portuária (1), a secretária Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, Nilcemar Nogueira, anunciou que os princípios do novo espaço serão discutidos com a base social do movimento negro. Uma oficina está prevista para os dias 14 e 15 de julho, no Museu de Arte do Rio (MAR), na Praça Mauá. Nilcemar destacou a importância de se “conhecer o passado para efetivamente entender o presente” e o papel que o museu pode ter.

“O museu se encontra em posição privilegiada para articular questões essenciais para a sociedade e encorajar reflexões críticas sobre os legados que o dão forma ou dilaceram. Em especial, trataremos da história e do legado da escravidão no Rio de Janeiro e no Brasil, bem como do legado e da contribuição da cultura de matriz africana para a cultura e sociedade brasileira”.

Ela disse que o nome do museu ainda é provisório e a questão será discutida com a comunidade, mas adianta que o espaço também celebrará a cultura afro-brasileira e será vetor de promoção de autoestima.

Segundo a secretária, a escritora Carolina Maria de Jesus dará nome ao centro de referência do novo museu. A sede administrativa será no Centro Cultural José Bonifácio, na Gamboa, palacete fundado em 1876 por D. Pedro II e que sediou a primeira escola pública da América Latina.